Britânico fingia ser adolescente bisexual para se aproximar de meninas na internet

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Um enfermeiro britânico de 39 anos que fingia ser uma adolescente lésbica para se aproximar de meninas na Internet foi condenado a seis anos e oito meses de prisão e vai ser monitorado pelo resto da vida. Ele admitiu ter tido contato na rede social Bebo e depois por MSN com 49 meninas, com idades de 10 a 15 anos, entre 2007 e 2010.

Segundo a acusação manipulava as meninas para que elas se despissem ou fizessem atos sexuais para a câmera, enquanto ele gravava as imagens pelo computador.

“Àquelas que eram ou se tornavam relutantes, ele pedia que se exibissem mais, dizendo que se elas não o fizessem ele mandaria os vídeos que já tinha feito para amigos”, afirmou a promotora Alison Di Rollo.

Segundo as acusações feitas no tribunal, uma das vítimas ficou com tanto medo, que passou a ter tendências suicidas e seu cabelo começou a cair.

“Elas (crianças) podem se comunicar, às vezes por câmera, com estranhos, alguns dos quais escondem sua verdadeira identidade. O risco é que crianças vulneráveis possam acabar em uma posição na qual elas são forçadas a fazer coisas dolorosas e que geram sentimentos de culpa, vergonha, degradação e humilhação” disse a juíza no caso, Rita Rae.

Fonte: BBC BRASIL

90% das meninas brasileiras recebem pedidos para fazer sexting pela webcam

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Enquete realizada no site CAPRICHO.com.br comprova que as adolescentes brasileiras expõem mais na internet que na vida real:

  • 25% delas já abriu a webcam para quem não conhecia pessoalmente.
  • 34,25% expõe informações como nome do colégio e membros da família.
  • 20% delas já deram o número de telefone para esses amigos virtuais.
  • Mais de 90% das meninas já receberam um pedido para mostrar-se sem roupa na webcam.

Fonte: CAPRICHO.

1% de crianças menores de 10 anos no Brasil acessa a Internet por meio de celular

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Em relação ao uso dos aparelhos celulares, mais da metade das crianças entre 5 e 9 anos afirmaram já terem utilizado tal ferramenta. O número de usuários é diferente entre as áreas urbanas e rurais. No primeiro caso, 61% das crianças já usaram um celular enquanto no segundo, 48% fizeram o mesmo.

Os aparelhos celulares já estão populares entre crianças entre 5 e 9 anos, com 60% afirmando usar o aparelho para diversas atividades. Cerca de 84% afirma usar o celular para jogar games e apenas 1% diz ter acessado a internet por meio do dispositivo.

Fonte: CGI-CETIC.

Pais brasileiros muito preocupados pela privacidade e segurança de seus filhos nas redes sociais da Internet

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Segundo o estudo Global Consumer Technology Use and Security Study da TrendMicro, mais da metade dos pais interrogados a nível mundial confessam estar preocupados “com frequência” pela privacidade de seus filhos nos sítios de redes sociais. Uma vez mais a tendência reforça-se no Brasil com respeito a outros países, já que a preocupação pela privacidade aumenta neste país a uma frequência de “constantemente”.

Entre os progenitores cujos filhos usam redes sociais, os do Brasil estão significativamente mais preocupados a respeito da privacidade de seus filhos nos sítios de redes sociais que os pais de qualquer outro país. O 83% dos pais brasileiros está preocupado “todo o tempo ou frequentemente”. Em contraste, por exemplo na França, só o 49% tem esse nível de preocupação. Nos EUA a cifra é de 56%.

Assim, quase o 60% dos progenitores no Brasil e a metade na França bloquearam o acesso de seus filhos aos sítios de redes sociais. Só o 23% dos progenitores na França e aproximadamente um terço dos do Brasil, Índia e os EUA acham que os controles de privacidade nos sítios de redes sociais são adequados para proteger a segurança de seus filhos em Internet.

Fonte: TRENDMICRO

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Pesquisa sobre a exposição das adolescentes brasileiras na Internet

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Enquete realizada no site CAPRICHO.com.br comprova que as adolescentes brasileiras expõem suas vidas sem medo nas mídias digitais:

  • Mais de 78% das adolescentes tem amigos na Internet que não conhecem pessoalmente.
  • Quase 50% delas tem de 1 a 5 amigos virtuais.
  • Mais da metade das garotas encontrou ou tem vontade de encontrar alguém que conheceu online.
  • 25% delas já abriu a webcam para quem não conhecia pessoalmente.
  • 44,42% das adolescentes entrevistadas já se apaixonaram por alguém que conheceram na Internet e mais de 17% se iludiram também com esses amigos.
  • 20% delas já deram o número de telefone para esses amigos virtuais.
  • 61,75% adicionam qualquer pessoa no MSN ou Facebook mesmo sem conhecê-la.

Fonte: CAPRICHO.

Brasil: Crianças de 5 a 9 anos já acessam as redes sociais, até mesmo com ajuda de seus pais

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As crianças de entre 5 e 9 anos também começaram a acessar redes sociais como Facebook e Orkut, com um terço dos entrevistados (29%) afirmando ter conta nestes locais.

“Mesmo que a criança não esteja alfabetizada, os pais criam um perfil para elas nessas redes sociais”, justificou Juliano Cappi, coordenador da pesquisas do Cetic.br (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação).

Fonte: CGI-CETIC.