Adolescentes não se importam com as consequências legais do sexting apesar de as conhecerem

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Um novo estudo acerca do sexting achou que serem conscientes das possíveis consequências legais do sexting não faz que os adolescentes o pratiquem menos. Poderia mesmo animá-los a fazê-lo mais.

O estudo realizado por psicologistas da Universidade de Utah entre estudantes de secundária no Sudoeste dos EUA achou que 20% usaram o seu celular para enviar alguma foto sexualmente explícita, e que o 25% reenviaram esse tipo de fotos. O mais surpreendente foi que a ameaça da ação legal não faz nada para deter o sexting e que pode mesmo resultar contraproducente.

Fonte: Buzzfeed.

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Investigação jornalística revela o lado sexual do Habbo, o jogo social on-line para adolescentes

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A popular rede social (e jogo on-line multijogador) Haboo, viu-se envolvida em um escândalo depois de revelar o canal britânico Channel4 o acosso sexual a que se vêem submetidas as meninas em dito meio e os riscos que implica.

Orgías en HabboO site do jogo social on-line mais utilizado pelos adolescente a nível mundial (10 milhões de visitas únicas a cada mês) foi objeto de um estudo por parte de uma jornalista que o utilizou durante dois meses fingindo ser uma preadolescente de 11 anos. Para sua surpresa, a moderação do jogo permitia numerosas interações e batepapos de uma natureza explicitamente sexual e em ocasiões inclusive violenta e ameaçante. A jornalista pôde ver interações sexuais entre outros avatares e recebia constantes petições para ativar sua webcam e despir-se, perguntando se queria vê-los masturbar-se, ou para conversarem por médio de serviços como MSN ou Skype, ou simplesmente dizendo-lhe que a iam seguir a seu quarto no hotel virtual e ter sexo com ela. De 50 vezes que jogou, em todas recebeu este tipo de pedidos. Aliás a jornalista afirmou ter a sensação de que isso era a norma no jogo e que era precisamente ao que iam buscando os jogadores que o utilizavam.

Fonte: Riesgos Internet

Facebook estuda mudanças para permitir crianças no site

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A Facebook Inc. está desenvolvendo tecnologias que permitiriam que crianças com menos de 13 anos usassem a rede social sob supervisão dos pais, um passo que poderia levantar questões sobre privacidade e segurança.

Os mecanismos sendo testados incluem ligar as contas das crianças às dos seus pais, assim como controles que possibilitariam aos pais decidir a quem seus filhos poderiam se conectar e que aplicativos eles poderiam usar. Os recursos para menores de 13 anos poderiam permitir que a Facebook e suas parceiras cobrassem os pais por jogos e outros divertimentos que as crianças acessassem no site.

A Facebook hoje proíbe usuários com menos de 13 anos. Mas muitas crianças mentem a idade para conseguir se cadastrar, colocando a companhia numa posição embaraçosa no que diz respeito a uma lei federal dos Estados Unidos (e mais outros paises) que obriga os sites a solicitar autorização dos pais antes de coletar dados pessoais das crianças.

O diretor-presidente da empresa, Mark Zuckerberg, disse num debate público um ano atrás que ele acreditava que crianças menores de 13 anos deveriam poder usar o Facebook.

Fonte: Wall Street Journal Américas

Instagram converte-se em cenário para a difusão do sexting

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O Instagram está cheio de mulheres que acumulam milhares de seguidores publicando fotos suas em poses provocantes. De olho nelas, un garoto de 27 anos decidiu criar o Hotstagram, serviço que promove um concurso com o objetivo de encontrar a garota —e o rapaz— mais sexy da rede social.

Ao entrar no site, o usuário se depara com um ranking com as primeiras colocadas. Muitas das fotos são auto-produzidas diante dum espelho, uma forma muito frequente de sexting. A competição se desenvolve por meio de duelo entre parelhas de imagens de diferentes candidatas. Para fazer a seleção das fotos, o autor do site indexou algumas contas e hashtags. Não se sabe como filtra (se filtrar) as que poderem ser fotos de menores de idade.

Fonte: Info online e TelasAmigas.

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Criança de cinco anos perde 50 mil libras em site de apostas

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Aconteceu após o namorado da sua mãe deixar o PC ligado por engano. As perdas foram originadas por negociações em ouro, prata e petróleo.

O juiz considerou que os termos e condições do site de apostas financeiras e de desportos eram um «contrato injusto», o que significa que o home não era legalmente responsável pelas perdas.

A criança disse-lhe a sua mãe que tinha estado «a jogar videojogos no computador», afirmou o juiz.

Fonte: Diário Digital

Metade das injúrias pesquisadas pela polícia espanhola acontecem nas redes sociais de Internet

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Dois recentes casos em Málaga (Espanha) põem de relevo que as redes sociais são utilizadas para o cyberacosso em forma de injúrias e ameaças e que com frequência incluem a suplantação da identidade on-line da pessoa atacada. Os protagonistas na rede social espanhola Tuenti costumam ser jovens, em ocasiões menores de idade.

Os delitos cometidos nas redes sociais cresceram de forma alarmante na Espanha e situam-se já no terceiro posto dos casos abertos pela polícia tecnológica, só por trás da pornografia infantil ou as fraudes que se perpetram em Internet.

Fonte: Riesgos de Internet

Cuiabá: Fotos eróticas em celular provocam polêmica em colégio de elite

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Fotos íntimas de ao menos uma aluna do Colégio Maxi, considerado um dos melhores de Cuiabá, correram celular em celular nos últimos dias. O fato ocorreu recentemente e as imagens foram parar até no Facebook.

A história tem dominado as rodas de conversa do colégio. O caso, porém, tem versões diferentes. De acordo com informações de estudantes, que não quiseram se identificar, haveria fotos de três meninas – duas do 9º ano (ensino fundamental) e a terceira do 1º ano. O Diário conseguiu confirmar a existência de fotos de apenas uma estudante. Outro aluno conta que teria visto as fotos de duas delas. “Um colega meu recebeu e acabei vendo. Parece que tudo começou com uma brincadeira. Mas aqui no colégio as coisas correm muito rapidamente e as fotos foram parar em vários celulares”, afirmou.

“Falaram que uma delas enviou para um amigo e a namorada dele seria muito ciumenta. Aí essa namorada teria postado no Facebook”, disse uma outra estudante.

As fotos nuas viraram um dos assuntos preferidos dos alunos nos intervalos das aulas. “É uma situação constrangedora. Mostra o quanto é perigoso ficar tirando e enviando certas fotos para quem você não conhece direito”, comentou uma outra estudante. Todos os entrevistados negaram conhecer as alunas supostamente fotografadas.

O que aconteceu com as adolescentes é um fenômeno recente, denominado sexting, no qual adolescentes e jovens usam seus celulares, câmeras fotográficas, contas de e-mail ou sites de relacionamento para produzir e enviar fotos sensuais de seu corpo nu ou seminu, problema que poder pode terminar em um crime chamado pornografia infantil ou ciberbullying (humilhações entre jovens na internet).

Fonte: Correio Press

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Mãe nos EUA é presa por atacar um adolescente que fazia cyberbullying no Facebook contra sua filha

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Irritada com os comentários maldosos publicados sobre a filha dela no Facebook, uma mãe teria tentado asfixiar um adolescente de 14 anos, acusado de cometer o cyberbullying. A mulher foi presa pela polícia da Flórida (EUA).

Segundo informa o Huffington Post Debbie Piscitella, 46, e a filha dela, uma adolescente de 14 anos, estavam no shopping na última segunda (28) quando encontraram o colega de escola da garota no local. A filha comentou com a mãe que era aquele o rapaz da escola que praticava ciberbullying contra ela no Facebook.

Na rede social, Debbie tentou se defender. Segundo ela, que admitiu ter errado, o rapaz atormentava sua filha na escola, dizendo que ninguém poderia ter noção do quanto a adolescente sofreu, e que seu marido já havia abordado o garoto para reclamar do bullying.

Debbie enfrenta uma acusação de abuso infantil e foi solta sob fiança de US$ 5 mil.

Fonte: Bem Paraná

Proposta no Senado brasileiro para tornar crimes ciberbullying, grooming e ciberacosso

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A comissão de juristas do Senado aprovou propostas para tornar crimes as práticas de cyberbullying e de cyberstalking (ciberacosso) cometidas por meio das redes sociais ou outras vias na Internet ou celulares.

Pela proposta, o bullying ficou definido como a prática de “intimidar, constranger, ameaçar, assediar sexualmente, ofender, castigar, agredir ou segregar” criança ou adolescente “valendo-se de pretensa situação de superioridade”. A pena prevista é de até quatro anos de prisão quando o autor for maior de idade. Nesta definição poderia estar recolhido tambem o chamado grooming (assedio sexual).

Já o stalking seria a “perseguição obssessiva de uma outra pessoa ameaçando sua integridade física ou psicológica ou ainda invadindo ou perturbando sua privacidade”. Nesse caso, a punição seria de até sete anos.

Na semana passada, a mesma comissão já havia aprovado um agravante para quem criar e usar um perfil falso de uma pessoa ou empresa na Internet. Atualmente enquadrado como delito de falsidade ideológica, o crime pode ter pena aumentada em até 50%.

A comissão também classificou como crime o acesso não autorizado a um sistema informatizado (cracking), mesmo que não haja cópia de dados.

O delito ficará caracterizado se alguém acessar indevidamente ou sem autorização, por qualquer meio, sistema informático, especialmente protegido, expondo os dados a risco de divulgação ou de utilização indevida – como no caso da atriz Carolina Dieckmann. Nesse caso, a pena prevista é de seis meses a um ano de prisão ou multa.

O projeto ainda precisa ser votado pela Câmera e pelo Senado para depois ser aprovado pela presidente Dilma Rousseff.

Fonte: INFO

Suspeito pela sextorsão a Carolina Dieckmann é menor de idade

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Entre os responsáveis por invadirem o site da Cetesb e divulgarem fotos íntimas da atriz Carolina Dieckmann, que segundo as investigações são do interior de Minas Gerais e São Paulo, acha-se um menor de idade quem seria o responsável por pedir R$ 10 mil para que as fotos não fossem publicadas.

Uma varredura no computador de Carolina constatou que foram roubados 60 arquivos dela. De acordo com o advogado dela, Carolina disse que não sabia que as fotos íntimas estavam no computador que ela mandou para o conserto.

De acordo com o advogado, Carolina havia procurado a polícia antes da publicação das fotos, que orientou a não divulgar a chantagem e a responder aos e-mails para montar uma emboscada. Entretanto, o chantagista enviou as fotos para dois sites pornográficos na Inglaterra e nos EUA, que publicaram as imagens. Em 15 deste mês tambem foram publicadas no site público da CETESB, substituindo a página de início.

O advogado da atriz notificou o Google para bloquear a busca por essas fotos e conseguiu que os sites pornográficos que inicialmente a publicaram, as retirassem do ar.

A atriz tambem viu no mesmo caso creakeada a sua conta na rede social Twitter.

Fonte: R7