Cyberbullying e incitação ao ódio na Internet cada vez mais comuns com as redes sociais

netiqueta-redes-sociais-COPYRIGHT-telasamigas-EDEX-CRC

Páginas incitando o ódio e a intolerância a culturas, etnias, orientações sexuais, religião têm se tornado cada vez mais comuns na internet. Com a popularização das redes sociais, esse tipo de mensagem passou a ser propagada com frequência ainda maior em Tumblr, perfis no Twitter e páginas no Facebook.

A liberdade de expressão é um direito assegurado na Constituição Federal do Brasil, mas existe o chamado Principio da Dignidade da pessoa Humana, no qual todas as leis devem ser interpretadas. Contudo, os crimes básicos relacionados à internet ainda não estão muito bem separados, devido à antiguidade do Código Penal Brasileiro.

Por duas vezes a administradora Júlia Maria da Costa Melo, de 22 anos, foi vítima de ofensas consecutivas e ações prejudiciais na Web. Aos 16 anos ela encontrou uma página na rede social Orkut que continha diversas ofensas dirigidas a ela. Anos mais tarde criaram um fake (perfil falso) em seu nome da rede social de perguntas e respostas Formspring. Ela denunciou a ação junto com sua família e amigos, e as páginas foram retiradas do ar.

Fonte: Diário do Vale.

Adolescentes dos EUA enviam já mais de 100 mensagens de texto cada dia

telasamigas-ilustracao-telemoveis-celulares

O Pew Internet Research Center acaba de publicar um estudo (2011 Teens and Digital Citizenship Survey) a respeito do uso dos smartphones e o envio de SMS pelos adolescentes estadounidenses que revela dados interessantes.

Assim, o estudo indica que o envio de mensagens de texto é maioritariamente um hábito masculino, embora as garotas mais maiores seguem superando a todos e enviam em torno de 100 mensagens ao dia (o duplo que os garotos de sua idade). Os adolescentes de 14 a 17 anos passaram de enviar uma média de 60 em 2009 a 100 mensagens ao dia dois anos depois.

Fonte: RIESGOS EN INTERNET

Redes sociais, participação e cidadania: tema do 2012 no Parlamento dos Jovens português

telasamigas-ilustracao-netiqueta-04

No final de um dia preenchido com a apresentação e discussão de propostas, foram seleccionadas as cinco escolas que vão representar o distrito de Braga na final do Parlamento dos Jovens que se realiza em Maio, na Assembleia da República em Lisboa.

O Parlamento dos Jovens, iniciativa cuja origem remonta a 1995, é uma organização que envolve o IPJ, o Ministério da Educação e a Assembleia da República. “Redes sociais, participação e cidadania” é o tema deste ano.

Algumas propostas apresentadas pelos estudantes de Braga

  • A criação de uma plataforma aberta/rede social escolar.
  • A promoção de mecanismos de identificação nas redes sociais, tendo em vista o reforço da segurança.
  • Incentivar a participação dos jovens na política através da implementação de medidas como o voto electrónico.
  • Criação de um plano educativo que valorize as redes sociais e que alerte para os perigos da sua utilização. Criação de um livro amarelo sobre as redes sociais.
  • Criação de um dia nacional de sensibilização para os perigos inerentes à utilização das redes sociais.
  • A punição dos responsáveis por práticas de cyberbullying.
  • Proibição de utilização das redes sociais nas escolas.
  • Criação de uma instituição que guarde toda a informação das redes sociais em Portugal; fiscalização dessa informação; e obrigatoriedade do acesso ter de ser feito combinando a identificação fiscal com a identificação do utilizador.

Fonte: CORREIO DO MINHO

Justiça condena pais de duas garotas por cyberbullying numa rede social

ilustracion-ilustracao-cyberbullying-ciberbullying-sexting-COPYRIGHT-pantallasamigas-telasamigas-EDEX-CRC

A Justiça de Ponta Grossa condenou os pais de duas amigas adolescentes a pagar uma indenização de R$ 15 mil, pelo crime de cyberbullying contra uma colega, que estudava no mesmo colégio particular. O caso aconteceu no primeiro semestre de 2010, mas somente nesse mês de fevereiro houve o veredicto, ainda em primeira instância.

As duas amigas, munidas da senha do perfil da vítima, invadiram o Orkut da colega, substituíram fotos da menina por imagens pornográficas, e ainda postaram mensagens com frases de cunho sexual, recheadas de palavrões. Na época do ocorrido, as duas jovens tinham entre 13 e 14 anos.

A adolescente que teve o perfil invadido —e o irmão dela, que também estudava no mesmo colégio— passaram a ser motivo de chacotas dos demais alunos, o que fez com que o rendimento escolar dos dois despencasse. Desconfiada com a mudança da aluna, uma professora conversou sobre o caso com a orientadora, que chamou a menor e a mãe para uma conversa, na qual tudo foi exposto e esclarecido.

Fonte: PARANÁ ONLINE

1 em 5 pais não controlam o que suas crianças de 5 a 9 anos fazem na Internet

ilustracao-meninos-TIC-copyright-TelasAmigas

A pesquisa realizada pelo Cetic mostrou que 21% dos pais ou responsáveis por crianças entre 5 e 9 anos não controlam ou restringem o que os filhos fazem na internet. Por outro lado, entre os pais que afirmaram fazer certo acompanhamento, 40% deles disseram que conversam para orientar seus filhos e 15% optam por bloquear alguns sites como forma de controlar o uso das crianças.

Em relação ao local onde os computadores ficam dentro das casas, foi observado que 44% dos pais preferem colocar o aparelho na sala de estar, 24% preferem deixar em seus quartos e apenas 21% permitem que os computadores fiquem no quarto das crianças. Em relação ao acompanhamento, 39% das crianças fazem uso da internet sozinhas, outras 35% são sempre acompanhadas por suas mães e 29% são acompanhadas por algum parente. Ainda, 28% das crianças utilizam a internet na escola com a supervisão dos professores, 25% usam o recurso com os amigos e 18% com os pais.

Muitos mais também não controlam o que os filhos nesta faixa etária acessam na internet. Cerca de 21% diz não controlar nem restringir o acesso; 40% diz conversar para orientar a criança; 20% acessa o histórico do navegador para saber o que ela acessou e 15% bloqueia sites.

Na divisão por sexo, 24% dos pais que têm filhas acessam o histórico da web contra 15% dos pais que têm meninos. Apenas 14% disse não controlar ou restringir o acesso da web pelas meninas contra 28% de pais que têm meninos.

Mesmo com pouca idade, as crianças disseram já sentir riscos na internet, com 25% dizendo já ter sentido medo ou perigo enquanto navegava. Ainda, 6% diz ter sofrido algum tipo de brincadeira que não gostou na web.

Fonte: CGI-CETIC.

Britânico fingia ser adolescente bisexual para se aproximar de meninas na internet

webcam

Um enfermeiro britânico de 39 anos que fingia ser uma adolescente lésbica para se aproximar de meninas na Internet foi condenado a seis anos e oito meses de prisão e vai ser monitorado pelo resto da vida. Ele admitiu ter tido contato na rede social Bebo e depois por MSN com 49 meninas, com idades de 10 a 15 anos, entre 2007 e 2010.

Segundo a acusação manipulava as meninas para que elas se despissem ou fizessem atos sexuais para a câmera, enquanto ele gravava as imagens pelo computador.

“Àquelas que eram ou se tornavam relutantes, ele pedia que se exibissem mais, dizendo que se elas não o fizessem ele mandaria os vídeos que já tinha feito para amigos”, afirmou a promotora Alison Di Rollo.

Segundo as acusações feitas no tribunal, uma das vítimas ficou com tanto medo, que passou a ter tendências suicidas e seu cabelo começou a cair.

“Elas (crianças) podem se comunicar, às vezes por câmera, com estranhos, alguns dos quais escondem sua verdadeira identidade. O risco é que crianças vulneráveis possam acabar em uma posição na qual elas são forçadas a fazer coisas dolorosas e que geram sentimentos de culpa, vergonha, degradação e humilhação” disse a juíza no caso, Rita Rae.

Fonte: BBC BRASIL

90% das meninas brasileiras recebem pedidos para fazer sexting pela webcam

sexting5

Enquete realizada no site CAPRICHO.com.br comprova que as adolescentes brasileiras expõem mais na internet que na vida real:

  • 25% delas já abriu a webcam para quem não conhecia pessoalmente.
  • 34,25% expõe informações como nome do colégio e membros da família.
  • 20% delas já deram o número de telefone para esses amigos virtuais.
  • Mais de 90% das meninas já receberam um pedido para mostrar-se sem roupa na webcam.

Fonte: CAPRICHO.

Pesquisa sobre a exposição das adolescentes brasileiras na Internet

capricho

Enquete realizada no site CAPRICHO.com.br comprova que as adolescentes brasileiras expõem suas vidas sem medo nas mídias digitais:

  • Mais de 78% das adolescentes tem amigos na Internet que não conhecem pessoalmente.
  • Quase 50% delas tem de 1 a 5 amigos virtuais.
  • Mais da metade das garotas encontrou ou tem vontade de encontrar alguém que conheceu online.
  • 25% delas já abriu a webcam para quem não conhecia pessoalmente.
  • 44,42% das adolescentes entrevistadas já se apaixonaram por alguém que conheceram na Internet e mais de 17% se iludiram também com esses amigos.
  • 20% delas já deram o número de telefone para esses amigos virtuais.
  • 61,75% adicionam qualquer pessoa no MSN ou Facebook mesmo sem conhecê-la.

Fonte: CAPRICHO.