Pais e segurança das crianças na Internet: novos dados sobre o Brasil

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Icono da CETIC para a enquisa TIC kids onlineContinuamos com a análise do informe presentado esta terça-feira pelo CETIC.br acerca do uso da Internet por crianças e adolescentes brasileiros de 9 a 16 anos.

Agora centraremos a nossa atenção nos pontos mais relacionados com a nossa área de trabalho: o uso seguro e responsável. Oferecemos un resumo dos datos mais salientaveis a este respeito, olhando primeiramente a perceção e ações dos pais sobre a segurança dos seus filhos na Rede:

  • De 9 a 10 anos 42% têm perfil em redes sociais, apesar de estar proibido por baixo dos 13 ou 14 nas principais redes. A proporção atinge 83% entre 15 e 16 anos. Entre 9 e 10 anos, o 29% dos pais mesmo dão total permissão para os filhos estarem nas redes sociais e apenas 30% o proibem. Com filhos de 11 e 12 anos 46% dizem-lhes que podem ter perfil quando quiserem e 32% permitem com supervisão.
  • Entre as crianças e adolescentes que estão nas redes sociais, 31% permitem que contatos dos seus amigos tenham acesso ao perfil e 25% têm perfis públicos, que podem ser visualizados por qualquer pessoa.
  • Entre os motivos de preocupação dos pais relativos à Internet, 53% teme o contato com desconhecidos e 47% a exposição a conteúdo inapropriado.
  • 22% dos pais não consideram que a sua filha ou filho utilize Internet com segurança e 8% não sabe.
  • Ao respeito do acompanhamento dos pais para o uso seguro da Internet, 78% conversa com seu/sua filho/a sobre o que ele/a faz na Internet, 57% fica por perto enquanto ele(a) a usa e 49% senta com ele/a enquanto usa a Internet.
  • Às crianças de 9 e 10 anos, 27% dos pais deixam-lhes usar sem supervisão serviços de mensagens instantâneas, sendo até 42% entre as de 11 e 12 anos.
  • Porém, 85% proibem aos de 9 e 10 anos (79% aos de 11 e 12 anos) dar informações pessoais pela Internet.
  • Segundo a pesquisa, os tipos de ajudas para o uso seguro que os pais e mães oferecem aos filhos na Internet são: 66% falou com seu filho/a sobre como usar a Internet com segurança; 64% falou com ele/a sobre como deveria se comportar com outras pessoas na Internet; 61% explicou porque os conteúdos de alguns sites são bons e outros ruins; 43% falou com ele/a sobre o que deveria fazer se alguma coisa na Internet o/a aborrecesse ou assustasse; 24% ajudou alguma vez seu filho/a quando alguma coisa na Internet o/a aborreceu ou assustou.
  • A respeito da supervisão parental, o que as mãe e pais verificam é: 50% o histórico ou o registro dos sites que seu/sua filho(a) visitou (65% às crianças de 9 e 10 anos); 50% os amigos ou contatos que adiciona a seu perfil de rede social ou serviço de mensagens (apenas atinge o 55% quando o filho ou filha tem 9 ou 10 anos); 48% o perfil dele/a em redes sociais (53% nos do 9 e 10 anos); 40% as mensagens de email ou as mensagens instantâneas (43% com os máis novos, de 9 ou 10 anos).
  • Sobre as ferramentas técnicas de controle: 57% dos progenitores ou responsáveis usam algúm programa para prevenir spam no email ou um antivírus; 32% bloqueios ou filtros para alguns tipos de sites; 29% rastreio dos sites que visitam; 16% serviços que limitam o tempo que seu filho ou filha fica na Internet.
  • 74% dos pais reconhece que deveria fazer mais em relação ao uso da Internet pelos seus filhos: 39% que deveriam fazer muito mais e 35% algo mais.
  • 18% dos pais nunca busca informações sobre uso seguro da Internet.
  • Os pais desejam que sejam principalmente (aprox. 60%) as escolas e os meios de comunicação quem lhes ofereçam informação sobre segurança na Internet. Em segundo lugar (aprox. 30%) citam governo, família e amigos; empresas de Internet, sites e ONGs são escasamente demandadas para esta questão (aprox. 15%).
  • 6% dos pais acreditam que seus filhos têm passado por experiências incômodas no último ano na Internet, com outro 4% que não sabe. As cifras sobem de maneira salientável quando os filhos têm 15 e 16 anos: 10% acreditam que lhes tenha passado a seus filhos e 7% reconhecem desconhece-lo.
  • 37% dos pais reconhecem não terem capacidade (pouca ou nula) para ajudar seus filhos com situações que os incomodem ou constranjam na Internet. 35% pensam que tampouco seu filho/a tem essa capacidade (48% dos de 9 e 10 anos).
  • Conteúdos nocivos segundo apreciação dos pais: 10% de 9 e 10 anos viu imagens agressivas ou violentas de pessoas se agredindo ou matando na Internet; 17% de 11 e 12; 20% de 13 e 14; 23% de 15 e 16 anos. Viu imagens online com conteúdo sexual explícito: 5% de 9 a 12 anos; 4% de 13 a 14; 13% de 15 e 16. Outro tipo de conteúdos mais relacionados com foros ou redes sociais como conversas sobre formas de machucar a si mesmo ou se ferir fisicamente, conversas que conduzam à anorexia ou bulimia, mensagens de ódio contra pessoas ou grupos ou pessoas falando sobre suas experiências com o uso de drogas só atingem o 3-4% no conjunto das idades de 9 a 16, e conversas sobre formas de cometer suicídio só o 1%. Nestes temas aprecia-se um ligeiro aumento (5-7%) nas idades de 15-16 anos nos temas relativos à violência e aos problemas alimentares.
  • Ciberbullying percebido pelos pais (filho/a tratado/a de forma ofensiva ou desagradável na Internet por outra criança ou adolescente): 0% entre 9 e 10 anos; 3% entre os 11 e 14 anos; 5% dos de 15 e 16.
  • Sexting segundo os pais: recebeu mensagens sexuais pela Internet o 1% dos de 9 e 10 anos, 3% de 11 e 12, 2% de 13 e 14, e 5% dos de 15 e 16; Enviarom esse tipo de mensagens: 0% de 9 a 14 anos e apenas 1 de 15 a 16 anos.
  • Os problemas percebidos pelos pais foron: 15% problemas de malware, privacidade 2%, suplantação online 2%. Os pais não apreciarom problemas com estafas online. Em todos estes problemas hai um aumento com a idade dos filhos.

Fonte: CETIC

Quase a metade dos internautas brasileiros de 9 a 10 anos têm perfil nas redes sociais

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Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (2) revelou que 70% das crianças e adolescentes brasileiros com idade entre 9 e 16 anos que usam a internet, tem um perfil em uma rede social. De 9 a 10 anos são 42% os internautas que têm o próprio perfil (apesar de estar proibido por baixo dos 13 ou 14 nas principais redes), proporção que atinge 83% entre 15 e 16 anos.

A primeira pesquisa TIC Kids Online, divulgada pelo CGI.br, foi realizada pelo CETIC.br por meio de 1.580 entrevistas com crianças e adolescentes de 9 a 16 anos e o mesmo número de pais.

Entre as crianças e adolescentes que estão nas redes sociais, 31% permitem que contatos dos seus amigos tenham acesso ao perfil e 25% têm perfis públicos, que podem ser visualizados por qualquer pessoa.

Conforme o estudo, 42% acessam a web na escola, 40% em casa, 35% na lanhouse e 18% no celular.

De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados usam a internet para fazer trabalho escolar, 68% para visitar uma rede social, 66% para assistir a vídeos no YouTube e 54% para jogar on-line e usar mensagens instantâneas. Já 40% dos entrevistados postaram fotos, vídeos ou músicas na internet.

Quando questionados sobre onde obtêm informações sobre o uso seguro da Internet, a maioria dos pais (52%) declara TV, rádio, jornais ou revistas como fontes recorrentes.

Fonte: G1

Smartphones aumentam riscos de exposição de crianças brasileiras na Internet

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Ter cuidado com o conteúdo que os filhos acessam quando estão conectados é uma preocupação constante entre os pais. Se no computador esse acesso pode ser de certa forma controlado, nos smartphones essa é uma tarefa bem mais complexa, já que as crianças e os adolescentes o carregam consigo o tempo todo. Uma pesquisa global conduzida pela F-Secure com usuários de banda larga em 14 países identificou que 31% das crianças de até 12 anos no Brasil já possuem um dispositivo móvel com conexão à internet.

A Índia lidera o ranking, com 53% das crianças conectadas via smartphones, seguida pelos Estados Unidos (37%). O Brasil divide com a Espanha a terceira colocação (31%). Enquanto isso, o Japão se destaca pelo menor percentual, onde somente 9% das crianças japonesas com até 12 anos estão conectadas por meio dos dispositivos móveis. No caso do Brasil, 91% dos pais entrevistados na pesquisa afirmaram estar muito preocupados em proteger os filhos contra conteúdos inapropriados. Este índice é ainda maior em países como Alemanha (96%), Bélgica, Canadá e Finlândia (95%). Já os holandeses são os que menos se preocupam com essa questão (85%).

“É importante que os pais, mães e todos os familiares saibam educar as crianças sobre as ameaças que circulam na internet e esta conscientização deve acontecer desde os primeiros cliques. É fundamental os pais estarem seguros com relação ao que seus filhos acessam, pois um único clique pode redirecioná-la para um site com conteúdo nocivo. Então, além de estabelecer limites e explicar o uso correto da navegação, é importante que os pais instalem soluções de controle parental nos dispositivos. Estes aplicativos possibilitam que os pais permitam, ou não, o acesso dos filhos a diversos tipos de sites”, alerta Ascold Szymanskyj, vice-presidente de vendas e operações da F-Secure para a América Latina.

Fonte: Segs

Garoto de 19 anos é condenado no Reino Unido por filmar e ter sexo com menor que conheceu no Facebook

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Um adolescente de 19 anos foi condenado a prisão por se ter filmado tendo sexo com menina de 12 anos que conhecera no Facebook quando ele tinha 18. Após trocarem mensagens na rede social o garoto convidou a jovem a visita-lo em sua casa quando os pais estavan fóra.

Ela acedeu a se espir e ele a gravou com seu celular enquanto tomava parte em atos sexuais com ele. No julgamento foi demonstrado que ele conhecia a idade da menor (por certo, por baixo da idade mínima permitida no Facebook) e que houvera elementos de grooming no modo em que ele a seduciu.

A mãe da garota chamou a polícia após achar mensagens sexualmente explícitas (sexting) no celular dela. Os detetives que confiscaram o computador e celular do jovem acharom as mensagens trocadas pelo Facebook, 168 fotografias explícitas que a menina lhe enviara e a gravação dos dois fazendo sexo.

Apesar de que se provou que as relações foram consentidas, a lei britânica considera que não é válido o consentimento quando a menor ou o menor tem menos de 13 anos. O juiz afirmou que os 6 anos que separam os dois não permite alegar que sejam de idades aproximadas.

Fonte: Midweek Herald 24

Pais poderão desfocar rostos de seus filhos nos vídeos do Youtube

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YouTube decidiu liberar uma ferramenta que permite desfocar os rostos de pessoas que apareçam em um vídeo, para que suas respectivas identidades sejam preservadas, a partir de um recurso no próprio canal do usuário que borra as faces “com apenas um clique”.

“Anonimato visual no vídeo permite que as pessoas compartilhem imagens com mais liberdade e se manifestem quando, anteriormente não podiam. Filmagens [assim] criam riscos para as pessoas que postam os vídeos ou àquelas que são filmadas, logo é importante ter outros modos de proteger a si mesmo e às pessoas nos vídeos. O YouTube se orgulha por ser um destino no qual as pessoas compartilham suas histórias, incluindo ativistas”, escreveram responsáveis do site.

No entanto, o site de compartilhamento de vídeos também disse que a ferramenta não tem finalidade exclusiva para filmagens de alto risco —como manifestações políticas em países não democráticos—, mas que serve também para pessoas que não querem expor seus familiares ao postarem um vídeo na internet, como pais que querem compartilhar imagens de seus filhos menores na Rede sem que suas identidades sejam expostas, por exemplo.

Fonte: IDG now

Também relacionado com a privacidade das imagens pessoais

Inquérito europeu de proteção das crianças na Internet: “As ferramentas online de denúncia não estão a funcionar”

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Apenas 11 por cento das crianças portuguesas utilizaram ferramentas online para denunciar situações que as perturbaram na internet, um número abaixo da percentagem verificada na Europa (13%), revela um novo relatório do Projeto EU Kids Online.

O inquérito europeu sobre a proteção das crianças relativamente aos riscos da Internet alerta que “as ferramentas online de denúncia não estão a funcionar”, argumentando que “só 13% das crianças europeias que ficaram perturbadas com algo na Internet as usaram”.

Duas em cada três crianças e jovens que denunciaram problemas ficaram satisfeitos com a resposta.

Os que denunciaram situações relacionadas com imagens sexuais sentiram ter recebido uma ajuda um pouco maior do que os jovens e crianças que relataram riscos relacionados com condutas, como mensagens sexuais ou bullying online.

Fonte: iOnline

Sexting: «Pediu-me que posasse nua em frente à webcam»

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Com 12 anos Beatriz (nome fictício) se refugiou nas redes sociais. A situação em sua casa não era muito boa e os problemas econômicos complicavam a convivência. Ela desfrutava criando novas amizades, com as que compartilhava pensamento, preocupações e risos. “Passava longas horas em frente ao computador batendo papo com uns e outros. Encontrei a uma suposta garota com a que falei muito até que lhe dei meu e-mail. Ela me disse que me ia fazer um casting para uma série de televisão que gostava muito e eu acreditei”, recorda. “Então pediu-me que me mostrasse adiante da webcam E eu fiz-o. “Ao princípio estava com roupa e depois, pediu-me que me fosse despindo até que lhe mostrei o peito quase sem me dar conta. Neguei-me quando me pediu mais”.

Esta negativa não gostou a sua interlocutora, quem a começou a ameaçar: “Disse-me que repartiria fotos e vídeos meus por toda a rede se me negava a lhe mostrar todo o corpo nu, e que iria a por minha família. Ao final, cedi a suas chantagens por medo. Até que em um dia decidi apagar o Messenger e deixar de lado o computador”. Disso faz já quatro anos.

Com mal 12 anos, Beatriz experimentou em primeira pessoa (como muitas outras garotas e garotos) os perigos do sexting (envio de imagens de conteúdo sexual autoproduzido e enviado através de uma mensagem de celular ou de Internet). “O problema é que os adolescentes não vêem nada mau nisso e, no entanto, pode ter consequências muito sérias”, explicam desde TelasAmigas, iniciativa para a promoção do uso seguro das novas tecnologias.

Onde pode terminar essa imagem? “Encontramo-las em computadores de pederastas, ou no portátil de um vizinho que começa a lhe pedir dinheiro em troca de não lhes o dizer a seus pais (sextorsão)”, assinalam fontes policiais.

O sexting é um problema “sério e difícil de combater porque os jovens não são conscientes até que sofrem as consequências”, assinala Araiz Zalduegi, educadora da organização TelasAmigas, quem faz questão de sua extensão “não generalizada, embora sim importante”, segundo confirmam múltiplos estudos. No entanto no Brasil, casos como o de Beatriz sim parecem ser comuns.

Fonte: Sexting.wordpress.com

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O cyberbullying entre as crianças translada-se aos videogames na Internet

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Um novo estudo da ONG britânica Beatbullying revelou que de 21% de meninos de 8 a 11 anos que sofreram cyberbullying, mais de 1/4 (27%) o padeceram enquanto jogavam on-line. Revelou também que um terço dos pais não monitoram o que seus filhos fazem em Internet. O estudo, baixo o título de Violência Virtual II, elaborou-se a partir de inquéritos a 1.564 meninos do Reino Unido e foi financiado pelo Fundo Nominet.

Detectou-se também que os meninos se expõem de maneira não controlada à tecnologia a cada vez a idades mais temporãs. Quase 2/3 dos meninos de 8 a 11 anos têm seu próprio telemóvel, que usam a esta idade em sua maior parte para jogar (73%). Muitos dispõem também de um PC, uma tablet ou uma consola com conexão a Internet.

Fonte: Riesgos en Internet

Facebook estuda mudanças para permitir crianças no site

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A Facebook Inc. está desenvolvendo tecnologias que permitiriam que crianças com menos de 13 anos usassem a rede social sob supervisão dos pais, um passo que poderia levantar questões sobre privacidade e segurança.

Os mecanismos sendo testados incluem ligar as contas das crianças às dos seus pais, assim como controles que possibilitariam aos pais decidir a quem seus filhos poderiam se conectar e que aplicativos eles poderiam usar. Os recursos para menores de 13 anos poderiam permitir que a Facebook e suas parceiras cobrassem os pais por jogos e outros divertimentos que as crianças acessassem no site.

A Facebook hoje proíbe usuários com menos de 13 anos. Mas muitas crianças mentem a idade para conseguir se cadastrar, colocando a companhia numa posição embaraçosa no que diz respeito a uma lei federal dos Estados Unidos (e mais outros paises) que obriga os sites a solicitar autorização dos pais antes de coletar dados pessoais das crianças.

O diretor-presidente da empresa, Mark Zuckerberg, disse num debate público um ano atrás que ele acreditava que crianças menores de 13 anos deveriam poder usar o Facebook.

Fonte: Wall Street Journal Américas

TelasAmigas participará no I Encontro Internacional sobre o Uso de Tecnologias da Informação por Crianças e Adolescentes/Jovens Adultos

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TelasAmigas foi convidada a participar no evento que nos próximos dias 19 e 20 de abril acontecerá em Rio de Janeiro com o nome de E.S.S.E. MUNDO DIGITAL e no que serão apresentados por especialistas nacionais e internacionais temas como o tecnoestresse e dependência à internet; Cyberbullying, sexting e grooming; Abusos, pornografia, pedofilia e exploração sexual; Escola e educação digital; Problemas médicos, benefícios e usos terapêuticos; Cybercrimes; Redes sociais; Rede Universitária de Telemedicina; Direitos humanos e segurança na internet; Ética e valores na era digital.

A conferência de abertura será feita em videoconferência com a participação do Dr. Michael Rich da Universidade de Harvard, no auditório do evento no Colégio Brasileiro de Cirurgiões no Rio de Janeiro, e da Dra. Regina Ungerer da Organização Mundial de Saúde, direto de Genebra.

Público-alvo: Profissionais das áreas de saúde, educação, tecnologias da informação e comunicação, direito e outros interessados, inclusive universitários.

O Encontro abrirá espaço para exposição de Posters sobre temas pertinentes ao evento e conta com Tradução simultânea.

Inscrições: desde 27/12/2011 até 10/04/2012 no site www.essemundodigital.com.br

Comissão Organizadora

  • Presidente: Dra. Evelyn Eisenstein (Faculdade de Ciências Médicas/UERJ, RJ e CEIIAS)
  • Vice-Presidente: Dra. Susana Graciela Bruno Estefenon (Instituto do Jovem, Projeto Saúde da Geração Digital)
  • Consultora: Dra. Lucia Abelha Lima (IESC/UFRJ)
  • Consultora: Dra. Suzy Santana Cavalcanti (Faculdade de Medicina/UFBA)
  • Secretária Executiva : Sra. Zairine Vianna Freire (CEIIAS e Mafreei Eventos)

Comissão Editorial/Científica

  • Dr. Luiz Ary Messina (Rede Universitária de Telemedicina/Rede Nacional de Ensino e Pesquisa –
    RUTE-RNP)
  • Dr. Cristiano Ricardo Faedo Nabuco de Abreu (Faculdade de Medicina/USP)
  • Dra. Alexandra Maria Vieira Monteiro (Núcleo de Telessaúde do Estado do Rio de Janeiro- Programa
    Telessaúde Brasil)
  • Dra. Lucia Cavalcanti de A. Williams (Laboratório de Análise e Prevenção da Violência – LAPREV-UFSCAR)
  • Dra. Solange Duarte Palma (Laboratório de Estudos em Ética nos Meios Eletrônicos –LEEME da Universidade Mackenzie)

Programa preliminar

Dia 19/04/2012

  • 08:00 às 09:00: Credenciamento
  • 09:00 às 10:30: Abertura e Composição da Mesa. Apresentação do Evento.
    Conferência: Sociedade Globalizada e Mídia Digital
    • Presidente: Dra. Evelyn Eisenstein
    • Dr. Michael Rich (Univ. de Harvard, USA)
    • Dra. Regina Ungerer (Organização Mundial de Saúde) direto de Genebra por Videoconferência
  • 10:30 às 10:50: Coffee Break
  • 10:50 às 12:20: Mesa Redonda: Comportamento, Sexualidade e Estilo de Vida na Era Digital
    • Cyberbullying: Pesquisa e Intervenção
      Dra. Lucia Williams (LAPREV-UFSCAR, SP, Brasil)
    • Violência na rede
      Sr. Cajetan Luna (Center for Health Justice, Los Angeles/USA)
    • Privacidade, Sexting e Grooming
      Sr. Jorge Flores (Pantallas Amigas, Espanha)
  • 12:20 às 14:00: Almoço
  • 14:00 às 15:30: Mesa Redonda: Saúde Mental e Riscos Psiquiátricos
    • Dependência do Uso da Internet
      Dra. Kimberly Young (Univ. de Pittsburg, USA)
    • Dependência de celular: um novo transtorno
      Dr. Cristiano Nabuco (USP, SP, Brasil)
    • Outros riscos psiquiátricos e da saúde mental
      Dr. Marco Antonio Chaves Gama (MG, Brasil)
  • 15:30 às 15:45: Coffee Break
  • 15:45 às 17:30: Mesa Redonda: Aspectos Positivos e Benefícios do Uso das TICS para Crianças e Adolescentes
    • Presidente: Almir Neves (UFCE – SIG-RUTE, CE, Brasil)
    • Rede Universitária de Telemedicina
      Dr. Luiz Ary Messina (RUTE-RNP, Brasil)
    • Conectando o Brasil através do SIG de Crianças e Adolescentes
      Dr. João Amaral (UFCE – SIG-RUTE, CE, Brasil)
    • Redes Sociais – A Inteligência Coletiva
      Dra. Vera Maria Moreira (Rede Criança e Paz, RJ, Brasil)
  • 17:30 às 18:45: Mesa Redonda: Educação e a Escola na Era Digital
    • A Escola na Era Digital
      Profa. Patrícia Konder Lins e Silva (Escola Parque, RJ, Brasil)
    • Animação, Sociedade e Novas Mídias Sociais
      Profa. Claudia Bolshaw (PUC, RJ, Brasil)
    • Adestramento ou pedagogia digital
      Prof. Luiz Barco (USP, SP, Brasil)

Dia 20/04/2012

  • 09:00 às 10:30: Conferencias:
    • A Ética, a Escola e a Formação da Cidadania Digital
      Profa. Solange Barros (LEEME-Univ. Mackenzie, SP, Brasil)
    • Transformação Digital na Educação Carioca
      Secretaria Municipal do Rio de Janeiro
  • 10:30 às 10:50: Coffee Break
  • 10:50 às 12:20: Mesa Redonda: Especialidades Médicas e o Uso das TICs
    • Efeitos Nocivos a Saúde pelo Uso Excessivo das TICs
      Dra. Susana Estefenon (Inst. do Jovem, Projeto Saúde da Geração Digital- RS, Brasil)
    • Tecnoestresse e o Cérebro em Desenvolvimento
      Dr. Eduardo Jorge (RJ, Brasil)
    • bbzzz, você está ouvindo?
      Dra.Teresa Quaglia (RJ, Brasil)
    • Alterações Posturais e Riscos Futuros
      Fisioterapeuta Denise Del Peloso (RJ, Brasil)
  • 12:20 às 14:00: Almoço
  • 14:00 às 15:30: Mesa Redonda: Segurança na Rede
    • Coordenadora: Erika Kobayashi
    • Uso Seguro das Novas Tecnologias
      Sr. Jorge Flores (PantallasAmigas, Espanha)
    • Programa Navegar com Segurança
      Dra. Anna Flora Werneck (Childhood Brasil)
    • Segurança na Net e a Cadeira de 4 Pernas
      Sr. Tito de Morais (MiudosSegurosna Net, Portugal)
  • 15:30 às 15:45: Coffee Break
  • 15:45 às 17:30: Mesa Redonda: Cyberdelitos e Cybercrimes
    • Desafios Geracionais na Promoção do Uso Ético da Internet
      Dr. Rodrigo Nejm (Safernet, BA, Brasil)
      Dra. Debora Nigri (OAB-RJ, Brasil)
    • Internet: somos vítimas ou infratores?
      Dra. Juliana Abrusio (Universidade Mackenzie, SP, Brasil)
  • 17:30 às 18:30: Mesa Redonda: Futuro e Perspectivas: Que fazer?
    • Habilidades para a vida
      Dra. Susana Estefenon (Inst. do Jovem, Projeto Saúde da Geração Digital- RS, Brasil)
      Dra. Evelyn Eisenstein (FCM-UERJ, CEIIAS, RJ, Brasil)