Facebook quer saber como te fazem sentir as marcações que te molestam

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Facebook quer ser o teu psicólogo? A que código deontológico adere?

Facebook=Freud??!Algumas das opções de Facebook, como a função de marcação de fotos, causam diariamente problemas, mas até o momento Facebook não aborda estas situações e só intervém quando o conteúdo incumpre seu regulamento: as imagens que molestam a outras pessoas só as pode eliminar o usuário que as publicou.

Facebook agora ademais pretende ser teu psicólogo e seguir escarvando na tua privacidade. Por exemplo em um conflito de cyberbullying recomendará aos usuários afetados que medidas tomarem após rechearem um questionário que medirá como os faz sentir a foto ou o conteúdo ofensivo.

Esta funcionalidade está só disponível para garotos de 13 e 14 anos e por agora só nos EUA.

Fonte: Riesgos en Internet

Ciberbullying mediante marcações nas redes sociais

Você tem vida privada de verdade nas redes sociais?

“Sabemos o que você está fazendo”, um experimento que mostra a informação pessoal que revelamos nas redes sociais

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Na última segunda-feira, um site entrou no ar que poderá causar preocupação em muitas pessoas. Trata-se do “We know what you’re doing…” (Nós sabemos o que você está fazendo… e queremos que pare) e reúne todas as informações que foram divulgadas nas redes sócias, como Facebook e Foursquare.

As informações dos usuários foram classificadas em “Quem quer ser demitido?”, “Quem está de ressaca?”, “Quem está usando drogas?” ou “Quem tem um novo número de telefone?”. Além de tudo isso, o site ainda mostra o endereço de quem tornou públicos seus check-ins no Foursquare e quando uma pessoa os tornar públicos através do Google Street View é possível ver até a frente das suas casas.

“Eu criei o site como um experimento, para ver o que eu poderia encontrar. Eu percebi que havia alguns problemas sérios em relação à privacidade e à falta de educação de usuários do Facebook sobre o que pode acontecer quando eles postam status como ‘Público'”, afirmou o criador do site, um britânico de 18 anos quem também salienta que todas as informações contidas foram tornadas públicas pelos usuários nas redes sociais. Toda a informação visível no site é obtida a partir de APIs do Facebook que fornece todos os tipos de informações pessoais sobre os usuários que não têm configurações de privacidade.

Fonte: Oficina da Net

Temos vida privada nas redes sociais?

Facebook estuda mudanças para permitir crianças no site

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A Facebook Inc. está desenvolvendo tecnologias que permitiriam que crianças com menos de 13 anos usassem a rede social sob supervisão dos pais, um passo que poderia levantar questões sobre privacidade e segurança.

Os mecanismos sendo testados incluem ligar as contas das crianças às dos seus pais, assim como controles que possibilitariam aos pais decidir a quem seus filhos poderiam se conectar e que aplicativos eles poderiam usar. Os recursos para menores de 13 anos poderiam permitir que a Facebook e suas parceiras cobrassem os pais por jogos e outros divertimentos que as crianças acessassem no site.

A Facebook hoje proíbe usuários com menos de 13 anos. Mas muitas crianças mentem a idade para conseguir se cadastrar, colocando a companhia numa posição embaraçosa no que diz respeito a uma lei federal dos Estados Unidos (e mais outros paises) que obriga os sites a solicitar autorização dos pais antes de coletar dados pessoais das crianças.

O diretor-presidente da empresa, Mark Zuckerberg, disse num debate público um ano atrás que ele acreditava que crianças menores de 13 anos deveriam poder usar o Facebook.

Fonte: Wall Street Journal Américas

Cuiabá: Fotos eróticas em celular provocam polêmica em colégio de elite

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Fotos íntimas de ao menos uma aluna do Colégio Maxi, considerado um dos melhores de Cuiabá, correram celular em celular nos últimos dias. O fato ocorreu recentemente e as imagens foram parar até no Facebook.

A história tem dominado as rodas de conversa do colégio. O caso, porém, tem versões diferentes. De acordo com informações de estudantes, que não quiseram se identificar, haveria fotos de três meninas – duas do 9º ano (ensino fundamental) e a terceira do 1º ano. O Diário conseguiu confirmar a existência de fotos de apenas uma estudante. Outro aluno conta que teria visto as fotos de duas delas. “Um colega meu recebeu e acabei vendo. Parece que tudo começou com uma brincadeira. Mas aqui no colégio as coisas correm muito rapidamente e as fotos foram parar em vários celulares”, afirmou.

“Falaram que uma delas enviou para um amigo e a namorada dele seria muito ciumenta. Aí essa namorada teria postado no Facebook”, disse uma outra estudante.

As fotos nuas viraram um dos assuntos preferidos dos alunos nos intervalos das aulas. “É uma situação constrangedora. Mostra o quanto é perigoso ficar tirando e enviando certas fotos para quem você não conhece direito”, comentou uma outra estudante. Todos os entrevistados negaram conhecer as alunas supostamente fotografadas.

O que aconteceu com as adolescentes é um fenômeno recente, denominado sexting, no qual adolescentes e jovens usam seus celulares, câmeras fotográficas, contas de e-mail ou sites de relacionamento para produzir e enviar fotos sensuais de seu corpo nu ou seminu, problema que poder pode terminar em um crime chamado pornografia infantil ou ciberbullying (humilhações entre jovens na internet).

Fonte: Correio Press

Últimas notícias de diversas fontes acerca do sexting em Stop-Sexting.info.

Mãe nos EUA é presa por atacar um adolescente que fazia cyberbullying no Facebook contra sua filha

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Irritada com os comentários maldosos publicados sobre a filha dela no Facebook, uma mãe teria tentado asfixiar um adolescente de 14 anos, acusado de cometer o cyberbullying. A mulher foi presa pela polícia da Flórida (EUA).

Segundo informa o Huffington Post Debbie Piscitella, 46, e a filha dela, uma adolescente de 14 anos, estavam no shopping na última segunda (28) quando encontraram o colega de escola da garota no local. A filha comentou com a mãe que era aquele o rapaz da escola que praticava ciberbullying contra ela no Facebook.

Na rede social, Debbie tentou se defender. Segundo ela, que admitiu ter errado, o rapaz atormentava sua filha na escola, dizendo que ninguém poderia ter noção do quanto a adolescente sofreu, e que seu marido já havia abordado o garoto para reclamar do bullying.

Debbie enfrenta uma acusação de abuso infantil e foi solta sob fiança de US$ 5 mil.

Fonte: Bem Paraná

Cyberbullying e incitação ao ódio na Internet cada vez mais comuns com as redes sociais

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Páginas incitando o ódio e a intolerância a culturas, etnias, orientações sexuais, religião têm se tornado cada vez mais comuns na internet. Com a popularização das redes sociais, esse tipo de mensagem passou a ser propagada com frequência ainda maior em Tumblr, perfis no Twitter e páginas no Facebook.

A liberdade de expressão é um direito assegurado na Constituição Federal do Brasil, mas existe o chamado Principio da Dignidade da pessoa Humana, no qual todas as leis devem ser interpretadas. Contudo, os crimes básicos relacionados à internet ainda não estão muito bem separados, devido à antiguidade do Código Penal Brasileiro.

Por duas vezes a administradora Júlia Maria da Costa Melo, de 22 anos, foi vítima de ofensas consecutivas e ações prejudiciais na Web. Aos 16 anos ela encontrou uma página na rede social Orkut que continha diversas ofensas dirigidas a ela. Anos mais tarde criaram um fake (perfil falso) em seu nome da rede social de perguntas e respostas Formspring. Ela denunciou a ação junto com sua família e amigos, e as páginas foram retiradas do ar.

Fonte: Diário do Vale.

Pesquisa sobre a exposição das adolescentes brasileiras na Internet

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Enquete realizada no site CAPRICHO.com.br comprova que as adolescentes brasileiras expõem suas vidas sem medo nas mídias digitais:

  • Mais de 78% das adolescentes tem amigos na Internet que não conhecem pessoalmente.
  • Quase 50% delas tem de 1 a 5 amigos virtuais.
  • Mais da metade das garotas encontrou ou tem vontade de encontrar alguém que conheceu online.
  • 25% delas já abriu a webcam para quem não conhecia pessoalmente.
  • 44,42% das adolescentes entrevistadas já se apaixonaram por alguém que conheceram na Internet e mais de 17% se iludiram também com esses amigos.
  • 20% delas já deram o número de telefone para esses amigos virtuais.
  • 61,75% adicionam qualquer pessoa no MSN ou Facebook mesmo sem conhecê-la.

Fonte: CAPRICHO.

Brasil: Crianças de 5 a 9 anos já acessam as redes sociais, até mesmo com ajuda de seus pais

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As crianças de entre 5 e 9 anos também começaram a acessar redes sociais como Facebook e Orkut, com um terço dos entrevistados (29%) afirmando ter conta nestes locais.

“Mesmo que a criança não esteja alfabetizada, os pais criam um perfil para elas nessas redes sociais”, justificou Juliano Cappi, coordenador da pesquisas do Cetic.br (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação).

Fonte: CGI-CETIC.