Adolescente francês suicida-se após sextorsão «express» na Chatroulette

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Tudo aconteceu muito rápido. Gauthier, de 18 anos, voltou da escola e começou a falar com uma desconhecida por Internet no serviço de videochat com desconhecidos Chatroulette. Pouco depois, começaram as confidências, a sedução e ambos terminaram se mostrando através da câmera web. Também se fizeram amigos em Facebook. Então, o tom da garota mudou radicalmente; ameaçou o garoto com difundir um vídeo com a captura do sexcasting que acaba de fazer, onde aparecia nu. «Tenho um vídeo pornô teu. Se não me dá 200 euros, destruirei tua vida», lhe escreveu. Em uma semana mais tarde, Gauthier tirou-se a vida.

Este acontecimento lembra a trágica morte de Amanda Todd. Esta canadense de 15 anos foi vítima de ameaças em Internet após que enviasse, pela webcam, a imagem de seus peitos nus a um desconhecido (feito conhecido como flashing). Sua morte provocou um grande impacto na sociedade canadense. «Tinham-nos falado da canadense que se suicidou após ter ensinado seus peitos», contam os pais de Gauthier ao diário Le Parisien. «Canadá está bem longe, achávamos que algo assim não aconteceria nunca aqui. Mas pode-lhe passar a qualquer», acrescentam.

Fonte: Riesgos en Internet

Pais brasileiros muito preocupados pela privacidade e segurança de seus filhos nas redes sociais da Internet

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Segundo o estudo Global Consumer Technology Use and Security Study da TrendMicro, mais da metade dos pais interrogados a nível mundial confessam estar preocupados “com frequência” pela privacidade de seus filhos nos sítios de redes sociais. Uma vez mais a tendência reforça-se no Brasil com respeito a outros países, já que a preocupação pela privacidade aumenta neste país a uma frequência de “constantemente”.

Entre os progenitores cujos filhos usam redes sociais, os do Brasil estão significativamente mais preocupados a respeito da privacidade de seus filhos nos sítios de redes sociais que os pais de qualquer outro país. O 83% dos pais brasileiros está preocupado “todo o tempo ou frequentemente”. Em contraste, por exemplo na França, só o 49% tem esse nível de preocupação. Nos EUA a cifra é de 56%.

Assim, quase o 60% dos progenitores no Brasil e a metade na França bloquearam o acesso de seus filhos aos sítios de redes sociais. Só o 23% dos progenitores na França e aproximadamente um terço dos do Brasil, Índia e os EUA acham que os controles de privacidade nos sítios de redes sociais são adequados para proteger a segurança de seus filhos em Internet.

Fonte: TRENDMICRO

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