Adolescente de 15 anos suicida-se no Canadá por cyberbullying e deixa vídeo de denúncia

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Amanda Todd suicida-se após sufrir sextorsaoAmanda Todd, garota canadense de 15 anos foi encontrada morta na terça, 5 semanas após publicar um emotivo vídeo em Youtube denunciando como estava sofrendo cyberbullying derivado dum sexting que ela fizera. Sua mãe quer que o vídeo, intitulado My Story: Struggling, bullying, suicide and self harm, permaneça na Rede para evitar outros casos como o de sua filha: “Isso é o que minha filha teria desejado”, explicou na rede social Twitter.

Já se abriram páginas no Facebook e hashtags no Twitter para lembrar Amanda, ainda que também se recibiram mensagens de escárnio, em uma nova mostra de cyberbullying post-mortem. Também há comentaristas que dizem que os que assediaram Amanda no Facebook não têm culpa de que ela mostrara os peitos e sua informação privada na Internet. Isso acontecera quando ela tinha 12 anos e estudava 8º curso (último curso antes do ensino secundário) e uma foto comprometedora chegou a seus parentes, amigos e companheiros de colégio. Embora Amanda trocar de centro escolar, o bullying continuara. “Eu já não posso recuperar aquela foto”, escribiu a jovem, quem também denúncia no seu vídeo que sufrira sextorsão: uma mensagem que recibira dum desconhecido pelo Facebook dizia-lhe “Se não fazes um show para mim (na webcam), enviarei as tuas tetas”. A mãe também denuncia que o começo da tragédia para sua filha fora o engano dum depredador online para que a jovem mostrasse durante um instante os peitos na webcam, para depois a ameaçar.

Após aquela difusão do seu sexting, Amanda foi golpeada por um grupo de jovens, que filmaram a agressão. Ao chegar a casa ela autolesionou-se bebendo lixívia. Seus acossadores debocharam-se dela publicando fotos de garrafas de lixívia na Internet, marcando ela nas imagens e dizindo-lhe que oxalá morresse.

O legado da jovem canadense inclui também uma apresentação no Prezi onde dá conselhos para luitar contra o cyberbullying. “Se ves que alguém está sendo acossado, não tenhas medo de lhe dizer ao acossador que detenha o que faz. Asegura-te de que saibam que o que fazem está mal e de que não deveriam acossar outras crianças”, aconselha. Também pede aos pais que “sempre dêem apoio emocional a seus filhos”.

Fonte: Vancouver Sun

Reconhecimento facial do Facebook preocupa autoridades norueguesas

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Aplicaçoes de reconhecimento facial e automarcadoA companhia de Mark Zuckerberg está sendo pesquisada na Noruega. As autoridades desse país (a Norwegian Data Protection Authority, Autoridade de Proteção de Dados da Noruega) encontra-se estudando a programação do sistema de reconhecimento facial de Facebook. A razão: Uma possível ameaça à segurança dos cidadãos.

Conforme o organismo, os usuários poderiam ser monitorizados pela empresa, o qual seria uma grave violação à privacidade segundo as leis norueguesas. Para o responsável de proteção de dados do Datatilsynet, Bjørn Erik Thon, esta aplicação —ativa desde 2011— é muito potente e não está claro como é que funciona.

A aplicação sugere nomes das pessoas para que os marquemos sobre os rostos que consegue identificar nas fotografias. A companhia afirma que as caraterísticas são compatíveis com a legislação da União Europeia e que os usuários conhecem seu sistema e o podem desativar.

Fonte: Clases de periodismo vía MARCAÇÕESsempermissãoNÃO.

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No Brasil 21% dos usuários já se desmarcaram de fotos nas redes sociais

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Uma pesquisa realizada pela Hi-Mídia aponta que os brasileiros dizem levar a sério a segurança online. Para se proteger, 87% dos entrevistados afirmaram manter o antivírus atualizado, 79% tomam cuidado com os sites acessados, 78% não abrem e-mails de desconhecidos e 77% realizam compras somente em lojas online confiáveis.

Somente 11% dos entrevistados acreditam que os smartphones e tablets sejam completamente seguros.

Além da preocupação com a segurança no uso geral da internet, os usuários também demonstram algum cuidado com a privacidade nas redes sociais. 45% possui perfil privado no Facebook, visível somente por amigos, menor que 59% nos EUA. No entanto, os cuidados são negligenciados com os elevados percentuais de compartilhamento de fotos (63%), vídeos (29%), informações pessoais (35%) e de localização (14%).

De acordo com a pesquisa, há entre os internautas o cuidado com a reputação nas redes sociais: no Brasil, 21% dos usuários já se desmarcaram de fotos, contra 37% nos Estados Unidos. Retirar alguém da lista de amigos foi uma ação feita por 38% de brasileiros e quase 45% de usuários já apagaram comentários postados.

Mais de 70% dos entrevistados têm cuidado com o que escrevem e compartilham, o que pode justificar o percentual de apenas 23% de usuários que já se arrependeram de algum conteúdo postado.

Entre os cuidados tomados no Facebook, 73% dos brasileiros afirmaram recusar a convites de amizade feitos por desconhecidos, 71% estão atentos aos arquivos que recebem e 57% só instalam ou acessam aplicativos considerados seguros. Considerando as normas de segurança e privacidade, 41% dos internautas não confiam no Facebook no que se refere à privacidade de seus dados pessoais.

Fonte: IDGnow

Você tem vida privada de verdade (nas redes sociais)?

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Facebook quer saber como te fazem sentir as marcações que te molestam

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Facebook quer ser o teu psicólogo? A que código deontológico adere?

Facebook=Freud??!Algumas das opções de Facebook, como a função de marcação de fotos, causam diariamente problemas, mas até o momento Facebook não aborda estas situações e só intervém quando o conteúdo incumpre seu regulamento: as imagens que molestam a outras pessoas só as pode eliminar o usuário que as publicou.

Facebook agora ademais pretende ser teu psicólogo e seguir escarvando na tua privacidade. Por exemplo em um conflito de cyberbullying recomendará aos usuários afetados que medidas tomarem após rechearem um questionário que medirá como os faz sentir a foto ou o conteúdo ofensivo.

Esta funcionalidade está só disponível para garotos de 13 e 14 anos e por agora só nos EUA.

Fonte: Riesgos en Internet

Ciberbullying mediante marcações nas redes sociais

Você tem vida privada de verdade nas redes sociais?