Rússia: 450 meninas vítimas de um sextorsionista nas redes sociais

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A polícia de Moscou anunciou na terça-feira ter detido a um homem de 29 anos, suspeito de ter abusado a mais de 450 meninas através de internet, obrigando-as mediante chantagem (sextorsão) a efetuar atos sexuais ante sua câmera web.

Segundo o explicado pela polícia, o acusado entrava em contato nas redes sociais com meninas dentre 8 e 13 anos fazendo-se passar por uma mulher que lhes propunha uma sessão de fotos para uma revista de moda.

Primeiro pedia-lhes despir-se parcialmente ante sua webcam e gravava as cenas, para mais tarde fazer-lhes chantagem, ameaçando-as com publicar as fotos na Internet se não se despiam por completo e realizavam atos obscenos.

Fonte: Violencia Sexual Digital

[Vídeo em espanhol] Sextorsión: una forma de violencia sexual digital

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Noticias acerca da sextorsão em TelasAmigas.

Dentre os jovens brasileiros que sofrem ciberbullying, apenas 30% contam aos pais

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Uma pesquisa realizada para a McAfee entre junho e agosto de 2012, consultou 401 jovens de 13 a 17 anos e 414 pais de São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador, aponta que 28% de 13 a 15 anos afirmam já ter interagido com meninos(as) na Rede de formas que não gostariam que seus pais soubessem. Na mesma faixa etária, 18% dos entrevistados afirmam que já tiveram acesso a conteúdos de natureza sexual.

Um quarto das meninas afirma se informar sobre gravidez e DSTs na Web. Esse dado pode ser interpretado de duas formas: é positivo, no sentido da busca de informação, mas pode significar também que essas jovens não têm orientação em casa ou na escola sobre tais assuntos e por isso recorrem à Internet onde também pode que achem sites pouco confiáveis para se informar.

O psiquiatra Jairo Bouer, especialista em comportamento jovem, acredita que a busca de informações por conta própria faz parte do processo de amadurecimento do jovem, mas quando os pais ensinam onde e como fazer essa busca, há chance do filho adotar um padrão de comportamento mais seguro na internet quando chega à adolescência. “Se a gente começar esses diálogos mais cedo, tanto sobre sexualidade, uso de substâncias, quanto sobre a Internet, fica mais fácil lidar com essas questões e discutir limites. O mesmo limite que imposto aos filhos na vida real deve ser colocado na internet”, diz.

De acordo com a pesquisa, 45% dos meninos conversam com desconhecidos e 28% das meninas já saíram de uma sala de bate-papo aberto para entrar em uma conversa particular com alguém que conheceram na Internet.

A pesquisa também mostrou que, dentre os jovens que afirmam já terem sofrido ciberbullying, apenas 30% contaram aos pais. Do total de jovens entrevistados, 34% afirmam ter presenciado esse tipo de agressão virtual, enquanto apenas 20% dos pais afirmam que seus filhos presenciaram a prática.

Quase metade dos jovens (45%) afirma que mudariam seu comportamento na Internet se soubesse que estavam sendo monitorados pelos pais, e 37% dos meninos afirmam saber como esconder os pais o que fazem na rede.

Do lado dos pais, as principais causas apontadas para a falta de acompanhamento dos filhos foi o conhecimento limitado de tecnologia (48% dos pais acreditam que seus filhos entendem mais de tecnologia do que eles) e a falta de tempo para tal acompanhamento (33%).

Fonte: Veja

A difusão humilhante de imagens é a forma de cyberbullying que mais dano faz

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Segundo um inquérito on-line realizado entre alunos de colégios alemães pelo instituto IKG da Universidade de Bielefeld, aproximadamente a metade das vítimas do cyberbullying sentiram-se muito molestas pela distribuição de fotos humilhantes. O estudo, dirigido pelo Dr. Peter Sitzer e Julia Marth buscava descrever as diversas feições do cyberbullying na Alemanha.

Um de seus achados foi determinar que algumas formas do cyberbullying produzem na vítima piores consequências que outras, como é o caso das fotos e vídeos distribuídos pelos ciberabusadores para ridiculizarem ou humilharem a vítima. Os autores do estudo explicam que esta forma do cyberbullying é especialmente difícil de controlar porque as imagens digitais podem ser reproduzidas e distribuídas um número ilimitado de vezes e assim chegarem a um público também potencialmente ilimitado. Outros tipos de cyberabuso como o tratamento insultante, desprezativo ou ameaçante só foi percebido como muito molesto por um quarto dos estudantes entrevistados.

Por outro lado o estudo revela que as estudantes alemãs sofrem também um tipo de cyberacosso sexual pelo qual, contra seu desejo, são requeridas insistentemente para falarem on-line sobre sexo, comummente por gente que conhecem pouco ou nada.

Os estudantes também reconhecem no inquérito que a forma mais comum na que cyberagridem outros é mediante insultos, ridiculização ou ameaças. A difamação e o cyberacosso com contações sexuais também são frequentes. Também revela o estudo que há mais escolares que dizem ter reenviado fotos e vídeos de outros dos que sabem que ditas imagens humilhantes deles estão circulando.

Os pesquisadores aconselham tomar medidas firmes quando se produzem estes casos: segundo mostra o inquérito mais da metade dos cyberbullies reconheceram que seus ataques não lhes tinham suposto nenhuma consequência negativa para eles.

Fonte: Riesgos en Internet

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Hipersexualização de menores: meninas de só 11 anos participam em sessões de cybersexo via webcam

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A ONG britânica Family Lives publicou ontem um relatório sobre sexualização e hipermasculinidade dos meninos. Este estudo indica entre outros dados que existe uma tendência em crescimento de violações entre meninos.

Os meninos varões, segundo o estudo, percebem que as meninas com pouca roupa merecem ser violadas, e que a violência contra as mulheres é aceitável.

O estudo também adverte de que meninas de 11 anos participam em sessões sexuais através da webcam.

Os autores do estudo achacam estes fenômenos à pornografia facilmente acessível on-line e a que os pais não fazem o suficiente para evitarem que acedam a este tipo de conteúdo. Outros estudos centrados no sexting entre menores e que analisam suas causas ou motivações, ressaltaram os possíveis efeitos da atual cultura audiovisual presente na TV, na música, etc. sobre estes fenômenos de machismo e hipersexualização.

Fonte: Violencia Sexual Digital

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Investigação jornalística revela o lado sexual do Habbo, o jogo social on-line para adolescentes

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A popular rede social (e jogo on-line multijogador) Haboo, viu-se envolvida em um escândalo depois de revelar o canal britânico Channel4 o acosso sexual a que se vêem submetidas as meninas em dito meio e os riscos que implica.

Orgías en HabboO site do jogo social on-line mais utilizado pelos adolescente a nível mundial (10 milhões de visitas únicas a cada mês) foi objeto de um estudo por parte de uma jornalista que o utilizou durante dois meses fingindo ser uma preadolescente de 11 anos. Para sua surpresa, a moderação do jogo permitia numerosas interações e batepapos de uma natureza explicitamente sexual e em ocasiões inclusive violenta e ameaçante. A jornalista pôde ver interações sexuais entre outros avatares e recebia constantes petições para ativar sua webcam e despir-se, perguntando se queria vê-los masturbar-se, ou para conversarem por médio de serviços como MSN ou Skype, ou simplesmente dizendo-lhe que a iam seguir a seu quarto no hotel virtual e ter sexo com ela. De 50 vezes que jogou, em todas recebeu este tipo de pedidos. Aliás a jornalista afirmou ter a sensação de que isso era a norma no jogo e que era precisamente ao que iam buscando os jogadores que o utilizavam.

Fonte: Riesgos Internet

Cuiabá: Fotos eróticas em celular provocam polêmica em colégio de elite

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Fotos íntimas de ao menos uma aluna do Colégio Maxi, considerado um dos melhores de Cuiabá, correram celular em celular nos últimos dias. O fato ocorreu recentemente e as imagens foram parar até no Facebook.

A história tem dominado as rodas de conversa do colégio. O caso, porém, tem versões diferentes. De acordo com informações de estudantes, que não quiseram se identificar, haveria fotos de três meninas – duas do 9º ano (ensino fundamental) e a terceira do 1º ano. O Diário conseguiu confirmar a existência de fotos de apenas uma estudante. Outro aluno conta que teria visto as fotos de duas delas. “Um colega meu recebeu e acabei vendo. Parece que tudo começou com uma brincadeira. Mas aqui no colégio as coisas correm muito rapidamente e as fotos foram parar em vários celulares”, afirmou.

“Falaram que uma delas enviou para um amigo e a namorada dele seria muito ciumenta. Aí essa namorada teria postado no Facebook”, disse uma outra estudante.

As fotos nuas viraram um dos assuntos preferidos dos alunos nos intervalos das aulas. “É uma situação constrangedora. Mostra o quanto é perigoso ficar tirando e enviando certas fotos para quem você não conhece direito”, comentou uma outra estudante. Todos os entrevistados negaram conhecer as alunas supostamente fotografadas.

O que aconteceu com as adolescentes é um fenômeno recente, denominado sexting, no qual adolescentes e jovens usam seus celulares, câmeras fotográficas, contas de e-mail ou sites de relacionamento para produzir e enviar fotos sensuais de seu corpo nu ou seminu, problema que poder pode terminar em um crime chamado pornografia infantil ou ciberbullying (humilhações entre jovens na internet).

Fonte: Correio Press

Últimas notícias de diversas fontes acerca do sexting em Stop-Sexting.info.

Justiça condena pais de duas garotas por cyberbullying numa rede social

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A Justiça de Ponta Grossa condenou os pais de duas amigas adolescentes a pagar uma indenização de R$ 15 mil, pelo crime de cyberbullying contra uma colega, que estudava no mesmo colégio particular. O caso aconteceu no primeiro semestre de 2010, mas somente nesse mês de fevereiro houve o veredicto, ainda em primeira instância.

As duas amigas, munidas da senha do perfil da vítima, invadiram o Orkut da colega, substituíram fotos da menina por imagens pornográficas, e ainda postaram mensagens com frases de cunho sexual, recheadas de palavrões. Na época do ocorrido, as duas jovens tinham entre 13 e 14 anos.

A adolescente que teve o perfil invadido —e o irmão dela, que também estudava no mesmo colégio— passaram a ser motivo de chacotas dos demais alunos, o que fez com que o rendimento escolar dos dois despencasse. Desconfiada com a mudança da aluna, uma professora conversou sobre o caso com a orientadora, que chamou a menor e a mãe para uma conversa, na qual tudo foi exposto e esclarecido.

Fonte: PARANÁ ONLINE

1 em 5 pais não controlam o que suas crianças de 5 a 9 anos fazem na Internet

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A pesquisa realizada pelo Cetic mostrou que 21% dos pais ou responsáveis por crianças entre 5 e 9 anos não controlam ou restringem o que os filhos fazem na internet. Por outro lado, entre os pais que afirmaram fazer certo acompanhamento, 40% deles disseram que conversam para orientar seus filhos e 15% optam por bloquear alguns sites como forma de controlar o uso das crianças.

Em relação ao local onde os computadores ficam dentro das casas, foi observado que 44% dos pais preferem colocar o aparelho na sala de estar, 24% preferem deixar em seus quartos e apenas 21% permitem que os computadores fiquem no quarto das crianças. Em relação ao acompanhamento, 39% das crianças fazem uso da internet sozinhas, outras 35% são sempre acompanhadas por suas mães e 29% são acompanhadas por algum parente. Ainda, 28% das crianças utilizam a internet na escola com a supervisão dos professores, 25% usam o recurso com os amigos e 18% com os pais.

Muitos mais também não controlam o que os filhos nesta faixa etária acessam na internet. Cerca de 21% diz não controlar nem restringir o acesso; 40% diz conversar para orientar a criança; 20% acessa o histórico do navegador para saber o que ela acessou e 15% bloqueia sites.

Na divisão por sexo, 24% dos pais que têm filhas acessam o histórico da web contra 15% dos pais que têm meninos. Apenas 14% disse não controlar ou restringir o acesso da web pelas meninas contra 28% de pais que têm meninos.

Mesmo com pouca idade, as crianças disseram já sentir riscos na internet, com 25% dizendo já ter sentido medo ou perigo enquanto navegava. Ainda, 6% diz ter sofrido algum tipo de brincadeira que não gostou na web.

Fonte: CGI-CETIC.

Britânico fingia ser adolescente bisexual para se aproximar de meninas na internet

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Um enfermeiro britânico de 39 anos que fingia ser uma adolescente lésbica para se aproximar de meninas na Internet foi condenado a seis anos e oito meses de prisão e vai ser monitorado pelo resto da vida. Ele admitiu ter tido contato na rede social Bebo e depois por MSN com 49 meninas, com idades de 10 a 15 anos, entre 2007 e 2010.

Segundo a acusação manipulava as meninas para que elas se despissem ou fizessem atos sexuais para a câmera, enquanto ele gravava as imagens pelo computador.

“Àquelas que eram ou se tornavam relutantes, ele pedia que se exibissem mais, dizendo que se elas não o fizessem ele mandaria os vídeos que já tinha feito para amigos”, afirmou a promotora Alison Di Rollo.

Segundo as acusações feitas no tribunal, uma das vítimas ficou com tanto medo, que passou a ter tendências suicidas e seu cabelo começou a cair.

“Elas (crianças) podem se comunicar, às vezes por câmera, com estranhos, alguns dos quais escondem sua verdadeira identidade. O risco é que crianças vulneráveis possam acabar em uma posição na qual elas são forçadas a fazer coisas dolorosas e que geram sentimentos de culpa, vergonha, degradação e humilhação” disse a juíza no caso, Rita Rae.

Fonte: BBC BRASIL

90% das meninas brasileiras recebem pedidos para fazer sexting pela webcam

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Enquete realizada no site CAPRICHO.com.br comprova que as adolescentes brasileiras expõem mais na internet que na vida real:

  • 25% delas já abriu a webcam para quem não conhecia pessoalmente.
  • 34,25% expõe informações como nome do colégio e membros da família.
  • 20% delas já deram o número de telefone para esses amigos virtuais.
  • Mais de 90% das meninas já receberam um pedido para mostrar-se sem roupa na webcam.

Fonte: CAPRICHO.