Netiqueta Jovem para Redes Sociais: cidadania digital e ciberconvivência (Liga-te, mas com respeito- Dia da Internet Segura SID 2013)

Netiquetese

Netiqueta significa ”normas de etiqueta na Rede” ou, dito de outra maneira, compêndio de indicações para preservar os bons modos na internet. Trata-se de um conjunto de sugestões que nascem pela convenção entre as pessoas que compartilham um espaço comum, um aplicativo, um determinado serviço na internet. Não têm validade legal e são complementares às normas gerais de uso, às regras de serviço, que possa ter cada website ou aplicativo online. Se não se respeitam, podem-se causar incômodos e a pessoa responsável pode ser ignorada e inclusive repudiada pelo resto da comunidade de pessoas usuárias.

 

São pautas que facilitam a comunicação e a convivência digital. Quando o conjunto de pessoas que dividem um lugar na Rede as respeita, o ambiente é muito mais agradável, satisfatório e interessante. É por ele que surgiram de maneira espontânea desde o início da comunicação online. As têm-se gerais para Internet ou específicas para os chats, os fóruns, os blogs… São convenções que mudam com o passar do tempo devido à evolução da Rede e suas aplicações e, por tanto, à mudança nas características e interesses do conjunto de pessoas usuárias que as compartilham.

 

A Netiqueta Jovem para Redes Sociais oferece respaldo para a convivência online e serve de referência para o exercício da cidadania digital. Não se trata de uma lista de conselhos de segurança para evitar riscos próprios ou alheios. Entretanto, os bons modos, a cortesia e o respeito pelas demais pessoas implicam também não prejudicar sua segurança nem privacidade. Ao mesmo tempo, é preciso ajudar aos demais para desfrutar de uma boa convivência online e que assim não nos causem incômodo, nem sequer de maneira involuntária.

A Netiqueta Jovem para Redes Sociais está voltada por e para adolescentes e jovens que disfrutam de sua vida online em redes sociais como Facebok, Orkut, Hi5, Bebo, Fotolog… Tem como finalidade melhorar sua experiência online nestes novos entornos de socialização intensiva. Contribui para melhorar a ciberconvivência e para evitar conflitos, potencializa o sentimento de pertença à comunidade e de corresponsabilidade, e advém, em definitivo, do exercício e construção da cidadania digital ativa como garantia imprescindível dos direitos e deveres individuais e coletivos.

Conta com 16 premissas articuladas em três fins principais:

  • Ter consideração e respeito pelas demais pessoas.
  • Preservar a privacidade alheia.
  • Contribuir para o bom ambiente da Rede.

Netiqueta Jovem para Redes Sociais

Mostre consideração e respeito aos demais:

1.      Peça permissão antes de marcar fotografias postadas por outras pessoas

Apesar de estarem publicadas online é possível que não seja conveniente para alguém que as imagens estejam marcadas.

2.     Utilize as marcações de maneira positiva, nunca para insultar, humilhar ou magoar outras pessoas

Ajude a criar um ambiente agradável e de confiança que todos gostem de compartilhar.

3.    Pense bem nas criticas que você for publicar. Expressar a sua opinião ou zombar de outras pessoas pode ferir seus direitos e ser contra a Lei

A liberdade de expressão termina onde começam os direitos dos demais. A ofensa, a calúnia e outras ações contra a honra ou a intimidade são delitos.

4.     Não existe problema em ignorar solicitações de amizade, convites a eventos, grupos, etc.

Se fizerem com você não insista nem peça explicações.

5.      Evite a denúncia injusta de SPAM para não prejudicar aqueles que fizeram comentários corretos

A informação abundante, interessante e verdadeira é um tesouro.

6.     Use as opções de denúncia quando a ocasião justifique a ação

Realizar acusações sem pensar ou de maneira injusta gera desconfiança e aborrecimento.

Cuide da privacidade das demais pessoas:

7.      Pergunte a si mesmo que informação de outras pessoas você está expondo e se assegure de que não tem importância para eles.

Em certas ocasiões contamos aspectos da nossa vida a outras pessoas ou da vida dos demais sem pensar em como a sua divulgação lhes pode afetá-las. Respeite a privacidade dos demais como você gostaria que respeitassem a sua.

8.     Para marcar outras pessoas você deve ter certeza e estar seguro de que não se sentirão incomodados.

Quando você marca alguém está dando muita informação que, em muitos casos, propaga-se de forma inesperada e incomoda.

9.     Não se pode publicar fotos ou vídeos em que outras pessoas aparecem sem o seu consentimento, como regra geral

A imagem (fotografi a, vídeo, etc…) de cada um é um dado pessoal e o direito de decidir como se utiliza pertence exclusivamente a essa pessoa.

10. Antes de publicar uma informação que foi enviada a você de maneira privada pergunte se você pode fazê-lo

Nas redes sociais, a informação circula com muita velocidade de um lado ao outro e o que é privado pode converter-se em um segredo de muitas vozes.

Contribua para o bom ambiente na Rede:

11.   Compartilhe com os demais o respeito à sua própria privacidade e intimidade. Comunique aos seus contatos, especialmente aos novos, como você deseja administrá-las.

Deixe claro o seu critério para que possam respeitá-lo, dizendo que coisas você não admite como: que reutilizem fotos suas disponíveis nos seus álbuns privados, que te marquem sem a sua permissão ou que exponham dados sobre você que possam ser vistos por outras pessoas.

12.  Lembre que escrever tudo em maiúsculas pode ser interpretado como um grito

Trata-se de um acordo, de uma norma não escrita que muitas pessoas utilizam. Ter isso em conta não supõe esforço e ajuda a todos se entenderem bem em qualquer circunstância.

13.  Use os recursos ao seu alcance (desenhos, símbolos, emoticons, etc…) para se expressar melhor e evitar mal-entendidos

O estado de ânimo, as diferenças culturais ou sociais, as experiências prévias, entre outros podem difi cultar a comunicação entre duas pessoas, ainda mais se não estão cara a cara. Compreender e utilizar símbolos de apoio te ajudará a evitar problemas e más interpretações.

14.  Diante de algo que te incomoda trate de reagir de maneira calma e não violenta. Nunca aja de forma imediata nem agressiva..

Às vezes as coisas não são o que parecem. Pode ser que simplesmente queiram te provocar ou te enganar e se você reage mal eles terão alcançado o seu objetivo. Pode ser também que seja apenas um erro ou ações não propositadas.

15.  Dirija-se aos demais com respeito, especialmente na frente de terceiros.

Se alguém comete um erro, imprudência ou te incomoda, seja amável ao fazê-lo entender e, se for possível, faça em privado.

16.  Leia e respeite as normas de uso da Rede Social

Nem todas as redes sociais (Orkut, Facebook, Hi5, Bebo, etc…) tem as mesmas regras. Entretanto, sempre são as regras do jogo e o seu cumprimento é obrigatório para todos.

 

O sexting já é algo rotineiro para os garotos britânicos de 13 e 14 anos, diz estudo

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Um novo estudo qualitativo sobre o sexting realizado pela Universidade de Plymouth (Reino Unido) e o centro Safer Internet do Reino Unido com o apoio da NSPCC entre 120 estudantes de 13-14 anos, e 30 de 10-11 anos, deu as seguintes conclusões:

  • O sexting é uma actividade normalizada e rotineira para as crianças de 13-14 anos.
  • Os garotos não pedem ajuda aos adultos porque temem que não se aceite seu comportamento.
  • Os garotos acham que os problemas do conteúdo sexual (tanto pornográfico como o que eles mesmos geram através do sexting) deveriam ser tratados na escola e de fato mostram interesse por falar disso. No entanto, não costumam falar com seus professores quando lhes surge algum problema deste tipo.
  • Os menores de 10-11 anos parecem estar a salvo do conteúdo sexual na Internet.

A diretora da National Society for the Prevention of Cruelty to Children (NSPCC) diz que se começa a constatar que o pornô duro (hardcore porn) se consome de forma regular e rotineira entre os menores, e isto está levando a que gerem e compartilhem sexting que imite o tipo de comportamento sexual reproduzido nesse gênero. Incide em que há que ensinar aos menores a que se respeitem eles mesmos, e a que respeitem os demais e que a educação sobre estes assuntos deve começar na escola primária.

Fonte: Medical Xpress vía Riesgos en Internet.

Dicas animadas para a prevenção do sexting (em espanhol)

Pesquisa no Brasil recolhe preocupantes dados sobre a segurança dos internautas mais jovens

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Após a análise de como vêem os pais e mães brasileiros a segurança de seus filhos em Internet, nos fixaremos hoje nos dados diretamente recolhidos dos meninos e adolescentes (9-16 anos) pelo inquérito TIC Kids Online.

  • Os equipamentos de maior risco para o acesso a Internet —por serem portáveis— como celulares, tablets e videogames son usados pelos menores para acederem a Internet num 21%, 3% e 2% respetivamente. No caso dos celulares, as crianças de 9 e 10 anos fazem este uso num 9% e vai crescendo com a idade o uso: 16% com 11 e 12 anos e chega a 29%-30% entre 13 e 16 anos. Por tanto praticamente um em cada 3 adolescentes brasileiros usa o celular para se conetar à Internet.
  • Quase a metade (47%) acedem a Internet todos ou quase todos os dias.
  • Mais da metade jogam games/jogos com outras pessoas na Internet, sendo mais frequente este uso nos mais jovens: entre 9 e 11 anos jogam com outros o 59-60%, sendo o 48% dos de 1-13 e 51% os de 15-16.
  • O uso da mensageria instantânea também é perigoso como meio potencial para contatar com desconhecidos, e o 54% de crianças entre 9 e 16 a empregam. É inquietante constatar que os mais jovens, os de 9-10 anos, a usam num 28%, e que só com um ano mais (11-12 anos) a utilizam já o 52%. As salas de bate-papo, sistemas com função semelhante, são utilizadas somente pelo 12%.
  • A webcam, outro elemento comunicacional de risco, não é tão usado mas a sua utilização não é despreciável: só 6% nos de 9-10 anos mas já 13% nos 11-12, 16% nos 13-14 e 18% nos 15-16 anos.
  • Com apenas 9 a 12 anos o 5-6% das crianças escrevem num blog ou outro sistema de diário online.
  • No contato com desconhecidos entre os 11 e 16 anos, 4% têm esses contatos pelo email, 7% pelas redes sociais, 4% pelas mensagens instantâneas e 16% em jogos online.
  • Nas redes sociais, entorno também onde se produzem numerosos problemas por exemplo de privacidade ou cyberbullying, estão presentes com perfil próprio: 42% dos de 9-10 anos, 71% de 11-12, 80% de 13-14 e 83% de 15-16 anos.
  • Entre as redes mais utilizadas, os mais novos preferem Orkut e os adolescentes, Facebook. É salientável que mais da metade dos de 9 a 12 anos têm perfil no Orkut. Algo menos da metade estão também no Facebook a essa idade, embora ser ilegal. Surpreende que só o 68-71% das crianças que têm estes perfís reconheçam que mentem na sua idade nestas redes. Como se cadastram, então?
  • Um 13% das crianças de 9-10 anos que possuem perfil nas redes sociais tem mais de 100 contatos. Aos 11-12 anos já é o 38%. Nos adolescentes essa cifra aumenta notavelmente: o 72% dos de 15-16 anos tem mais de 100 contatos.
  • A privacidade dos que têm estes perfís está configurada assim: têm perfil público o 25%, e de um jeito que os amigos dos amigos consigam ver o 31%, com apenas diferenças pela idade. Em total só o 42% tem o perfil totalmente privado.
  • É moi preocupante que os mais jovens revelem dados pessoais nestas redes: Aos 9-10 anos o 50% publica foto do seu rosto, 12% a escola onde estudam, 8% o seu endereço e 6% o seu telefone. Com a idade estas cifras mesmo aumentam: aos 11-12 anos são respetivamente o 67%, 24%, 9% e 11% quem revelam cada uma de essas informações.
  • Nas habilidades para a auto-proteção das crianças é destacável que apenas 49% de 11 e 12 anos sabem bloquear as mensagens de uma pessoa, ou seja, usar as configurações para impedir que uma pessoa entre em contato com ele/ela pela Internet. E só o 37% sabem a essa idades como mudar as configurações de privacidade no seu perfil de rede social.
  • 27% entre 9 e 12 anos não percebe que existam coisas más que possam incomodá-los na Internet.
  • Os pais têm conhecimento das atividades das crianças na Internet? 27% delas opinam que apenas um pouco ou nada.
  • 31% das crianças de 9 e 10 anos opinam que seus pais deveriam se interessar muito mais pelo que fazem na Internet.
  • As crianças de 9 a 16 dizem que só o 56% dos seus pais lhes deu sugestões de como se comportar na Internet com outras pessoas e só o 22% os ajudou quando alguma coisa na Internet os estava incomodando ou chateando.
  • Sobre a supervisão e controle parentais o 48% das crianças de 9-10 anos dizem que seus pais não verificam os sites que eles visitaram. O 59% dos pais dos de 9 a 16 anos não verificam os perfís de seus filhos ou filhas nas redes sociais e o 54% tampouco os contatos deles.
  • O 64% das crianças afirmam que não deixan de seguir as orientações dos pais sobre o uso da Internet.
  • Só o 5% diz que seus pais mudaram de atitude devido a uma experiência incômoda de seu/sua filho(a) na Internet.
  • A enquisa mostra claramente a importancia dos iguais na aprendizagem do uso seguro da Internet: um(a) amigo/a ajudou a 41% das crianças sugerindo formas de usar a Internet com segurança, 40% explicando porque alguns sites são bons e outros ruins, 31% sugerindo formas de como se comportar com outras pessoas na Internet, e 19% ajudou a criança quando alguma coisa na Internet estava incomodando ou chateando ele/ela. A intervenção dos amigos para estas funções cresce ao duplo com a idade. Os professores ajudam em proporções semelhantes ainda que com pouca diferença conforme a idade das crianças.
  • De onde procedem os conselhos que as crianças recebem sobre o uso seguro da Rede? 59% de outro parente, 55% dum(a) professor(a), 33% da televisão, rádio, jornais ou lojas, 20% das pessoas que trabalham com jovens ou pessoas ligadas à igreja, 16% de bibliotecários ou monitores de lanhouses, 14% de sites da Internet e 11% de provedores de serviços de internet. No 67% dos casos a principal origem dos conselhos é o parente ou o professor.

Fonte: CETIC

Smartphones aumentam riscos de exposição de crianças brasileiras na Internet

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Ter cuidado com o conteúdo que os filhos acessam quando estão conectados é uma preocupação constante entre os pais. Se no computador esse acesso pode ser de certa forma controlado, nos smartphones essa é uma tarefa bem mais complexa, já que as crianças e os adolescentes o carregam consigo o tempo todo. Uma pesquisa global conduzida pela F-Secure com usuários de banda larga em 14 países identificou que 31% das crianças de até 12 anos no Brasil já possuem um dispositivo móvel com conexão à internet.

A Índia lidera o ranking, com 53% das crianças conectadas via smartphones, seguida pelos Estados Unidos (37%). O Brasil divide com a Espanha a terceira colocação (31%). Enquanto isso, o Japão se destaca pelo menor percentual, onde somente 9% das crianças japonesas com até 12 anos estão conectadas por meio dos dispositivos móveis. No caso do Brasil, 91% dos pais entrevistados na pesquisa afirmaram estar muito preocupados em proteger os filhos contra conteúdos inapropriados. Este índice é ainda maior em países como Alemanha (96%), Bélgica, Canadá e Finlândia (95%). Já os holandeses são os que menos se preocupam com essa questão (85%).

“É importante que os pais, mães e todos os familiares saibam educar as crianças sobre as ameaças que circulam na internet e esta conscientização deve acontecer desde os primeiros cliques. É fundamental os pais estarem seguros com relação ao que seus filhos acessam, pois um único clique pode redirecioná-la para um site com conteúdo nocivo. Então, além de estabelecer limites e explicar o uso correto da navegação, é importante que os pais instalem soluções de controle parental nos dispositivos. Estes aplicativos possibilitam que os pais permitam, ou não, o acesso dos filhos a diversos tipos de sites”, alerta Ascold Szymanskyj, vice-presidente de vendas e operações da F-Secure para a América Latina.

Fonte: Segs

Vídeo de sexting de menor de idade circula pela Internet quando ela vira celebridade

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Minka Kelly vítima do sextingMais uma atriz de Hollywood virou notícia por conta de um vídeo sensual que caiu na rede. De acordo com o site TMZ, uma sex tape da bela Minka Kelly está circulando pela Web. No entanto, um agravante para o caso é que as imagens supostamente são de uma gravação feita quando ela era menor de idade e sem consentimento da agora atriz de sucesso no programa Friday Night Lights e de diversos filmes.

De acordo com o site inglês Daily Mail, é o próprio ex-namorado de aquela Minka menor de idade que está passando o vídeo adiante. A atriz, que é filha do ex-guitarrista do grupo de rock Aerosmith Rick Dufay, nasceu em 1980. Assim que o vídeo de sexting teria sido feito antes de 1998.

O caso prova que a produção de imagens de sexting nunca é segura e que um namorado adolescente de hoje pode causar muitos problemas 2, 5 ou 15 anos após feita a gravação íntima.

Fonte: Techtudo e TelasAmigas.

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A difusão humilhante de imagens é a forma de cyberbullying que mais dano faz

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Segundo um inquérito on-line realizado entre alunos de colégios alemães pelo instituto IKG da Universidade de Bielefeld, aproximadamente a metade das vítimas do cyberbullying sentiram-se muito molestas pela distribuição de fotos humilhantes. O estudo, dirigido pelo Dr. Peter Sitzer e Julia Marth buscava descrever as diversas feições do cyberbullying na Alemanha.

Um de seus achados foi determinar que algumas formas do cyberbullying produzem na vítima piores consequências que outras, como é o caso das fotos e vídeos distribuídos pelos ciberabusadores para ridiculizarem ou humilharem a vítima. Os autores do estudo explicam que esta forma do cyberbullying é especialmente difícil de controlar porque as imagens digitais podem ser reproduzidas e distribuídas um número ilimitado de vezes e assim chegarem a um público também potencialmente ilimitado. Outros tipos de cyberabuso como o tratamento insultante, desprezativo ou ameaçante só foi percebido como muito molesto por um quarto dos estudantes entrevistados.

Por outro lado o estudo revela que as estudantes alemãs sofrem também um tipo de cyberacosso sexual pelo qual, contra seu desejo, são requeridas insistentemente para falarem on-line sobre sexo, comummente por gente que conhecem pouco ou nada.

Os estudantes também reconhecem no inquérito que a forma mais comum na que cyberagridem outros é mediante insultos, ridiculização ou ameaças. A difamação e o cyberacosso com contações sexuais também são frequentes. Também revela o estudo que há mais escolares que dizem ter reenviado fotos e vídeos de outros dos que sabem que ditas imagens humilhantes deles estão circulando.

Os pesquisadores aconselham tomar medidas firmes quando se produzem estes casos: segundo mostra o inquérito mais da metade dos cyberbullies reconheceram que seus ataques não lhes tinham suposto nenhuma consequência negativa para eles.

Fonte: Riesgos en Internet

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Pais poderão desfocar rostos de seus filhos nos vídeos do Youtube

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YouTube decidiu liberar uma ferramenta que permite desfocar os rostos de pessoas que apareçam em um vídeo, para que suas respectivas identidades sejam preservadas, a partir de um recurso no próprio canal do usuário que borra as faces “com apenas um clique”.

“Anonimato visual no vídeo permite que as pessoas compartilhem imagens com mais liberdade e se manifestem quando, anteriormente não podiam. Filmagens [assim] criam riscos para as pessoas que postam os vídeos ou àquelas que são filmadas, logo é importante ter outros modos de proteger a si mesmo e às pessoas nos vídeos. O YouTube se orgulha por ser um destino no qual as pessoas compartilham suas histórias, incluindo ativistas”, escreveram responsáveis do site.

No entanto, o site de compartilhamento de vídeos também disse que a ferramenta não tem finalidade exclusiva para filmagens de alto risco —como manifestações políticas em países não democráticos—, mas que serve também para pessoas que não querem expor seus familiares ao postarem um vídeo na internet, como pais que querem compartilhar imagens de seus filhos menores na Rede sem que suas identidades sejam expostas, por exemplo.

Fonte: IDG now

Também relacionado com a privacidade das imagens pessoais

Facebook quer saber como te fazem sentir as marcações que te molestam

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Facebook quer ser o teu psicólogo? A que código deontológico adere?

Facebook=Freud??!Algumas das opções de Facebook, como a função de marcação de fotos, causam diariamente problemas, mas até o momento Facebook não aborda estas situações e só intervém quando o conteúdo incumpre seu regulamento: as imagens que molestam a outras pessoas só as pode eliminar o usuário que as publicou.

Facebook agora ademais pretende ser teu psicólogo e seguir escarvando na tua privacidade. Por exemplo em um conflito de cyberbullying recomendará aos usuários afetados que medidas tomarem após rechearem um questionário que medirá como os faz sentir a foto ou o conteúdo ofensivo.

Esta funcionalidade está só disponível para garotos de 13 e 14 anos e por agora só nos EUA.

Fonte: Riesgos en Internet

Ciberbullying mediante marcações nas redes sociais

Você tem vida privada de verdade nas redes sociais?

A metade dos adolescentes dos Estados Unidos recebe pedidos para fazer sexting

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Um estudo publicado nesta semana e realizado pela University of Texas – Medical Branch Health entre adolescentes de 14 a 19 anos que estudavam em institutos públicos dos EUA, revelou que mais de 1 quarto dos adolescentes enviara uma foto de si mesmos nus por meios eletrônicos, que a metade recebia pedidos para o fazer e que 1 em cada três realizava tais petições. O estudo também mostrou que o mais comum é que os garotos lho peçam às garotas (ao 27% delas lhes molesta muito) e que os que realizam sexting coincidem em maior número com os que saem com alguém e também com os que mantêm relacionamentos sexuais. No caso das garotas o estudo relaciona-o com práticas como o consumo de álcool ou drogas antes do sexo ou o sairem com múltiplos garotos.

O estudo, que foi publicado na revista Arquive of Pediatrics & Adolescent Medicine, inclui recomendações para que se suavizem as consequências legais do sexting consentido, porque se extrapolarem os dados do estudo, advertem os autores, vários milhões de adolescentes poderiam ser acusados de pornografía infantil por causa do sexting. Também se dirige aos pediatras, para que estejam atentos a este comportamento como possível indicador de riscos sexuais e devido ao muito tempo que passam os adolescentes utilizando os denominados meios sociais.

Fonte: Sexting.Wordpress.com

Recorde os conselhos animados da TelasAmigas a respeito do sexting (em espanhol):

Não o gere

Não o retransmita

Não o solicite

Mais informação e dicas em Sexting.es (em espanhol). E as últimas notícias de diversas fontes acerca do sexting em Stop-Sexting.info.

Hipersexualização de menores: meninas de só 11 anos participam em sessões de cybersexo via webcam

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A ONG britânica Family Lives publicou ontem um relatório sobre sexualização e hipermasculinidade dos meninos. Este estudo indica entre outros dados que existe uma tendência em crescimento de violações entre meninos.

Os meninos varões, segundo o estudo, percebem que as meninas com pouca roupa merecem ser violadas, e que a violência contra as mulheres é aceitável.

O estudo também adverte de que meninas de 11 anos participam em sessões sexuais através da webcam.

Os autores do estudo achacam estes fenômenos à pornografia facilmente acessível on-line e a que os pais não fazem o suficiente para evitarem que acedam a este tipo de conteúdo. Outros estudos centrados no sexting entre menores e que analisam suas causas ou motivações, ressaltaram os possíveis efeitos da atual cultura audiovisual presente na TV, na música, etc. sobre estes fenômenos de machismo e hipersexualização.

Fonte: Violencia Sexual Digital

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