Reconhecimento facial do Facebook preocupa autoridades norueguesas

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Aplicaçoes de reconhecimento facial e automarcadoA companhia de Mark Zuckerberg está sendo pesquisada na Noruega. As autoridades desse país (a Norwegian Data Protection Authority, Autoridade de Proteção de Dados da Noruega) encontra-se estudando a programação do sistema de reconhecimento facial de Facebook. A razão: Uma possível ameaça à segurança dos cidadãos.

Conforme o organismo, os usuários poderiam ser monitorizados pela empresa, o qual seria uma grave violação à privacidade segundo as leis norueguesas. Para o responsável de proteção de dados do Datatilsynet, Bjørn Erik Thon, esta aplicação —ativa desde 2011— é muito potente e não está claro como é que funciona.

A aplicação sugere nomes das pessoas para que os marquemos sobre os rostos que consegue identificar nas fotografias. A companhia afirma que as caraterísticas são compatíveis com a legislação da União Europeia e que os usuários conhecem seu sistema e o podem desativar.

Fonte: Clases de periodismo vía MARCAÇÕESsempermissãoNÃO.

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Vídeo de sexting de menor de idade circula pela Internet quando ela vira celebridade

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Minka Kelly vítima do sextingMais uma atriz de Hollywood virou notícia por conta de um vídeo sensual que caiu na rede. De acordo com o site TMZ, uma sex tape da bela Minka Kelly está circulando pela Web. No entanto, um agravante para o caso é que as imagens supostamente são de uma gravação feita quando ela era menor de idade e sem consentimento da agora atriz de sucesso no programa Friday Night Lights e de diversos filmes.

De acordo com o site inglês Daily Mail, é o próprio ex-namorado de aquela Minka menor de idade que está passando o vídeo adiante. A atriz, que é filha do ex-guitarrista do grupo de rock Aerosmith Rick Dufay, nasceu em 1980. Assim que o vídeo de sexting teria sido feito antes de 1998.

O caso prova que a produção de imagens de sexting nunca é segura e que um namorado adolescente de hoje pode causar muitos problemas 2, 5 ou 15 anos após feita a gravação íntima.

Fonte: Techtudo e TelasAmigas.

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A difusão humilhante de imagens é a forma de cyberbullying que mais dano faz

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Segundo um inquérito on-line realizado entre alunos de colégios alemães pelo instituto IKG da Universidade de Bielefeld, aproximadamente a metade das vítimas do cyberbullying sentiram-se muito molestas pela distribuição de fotos humilhantes. O estudo, dirigido pelo Dr. Peter Sitzer e Julia Marth buscava descrever as diversas feições do cyberbullying na Alemanha.

Um de seus achados foi determinar que algumas formas do cyberbullying produzem na vítima piores consequências que outras, como é o caso das fotos e vídeos distribuídos pelos ciberabusadores para ridiculizarem ou humilharem a vítima. Os autores do estudo explicam que esta forma do cyberbullying é especialmente difícil de controlar porque as imagens digitais podem ser reproduzidas e distribuídas um número ilimitado de vezes e assim chegarem a um público também potencialmente ilimitado. Outros tipos de cyberabuso como o tratamento insultante, desprezativo ou ameaçante só foi percebido como muito molesto por um quarto dos estudantes entrevistados.

Por outro lado o estudo revela que as estudantes alemãs sofrem também um tipo de cyberacosso sexual pelo qual, contra seu desejo, são requeridas insistentemente para falarem on-line sobre sexo, comummente por gente que conhecem pouco ou nada.

Os estudantes também reconhecem no inquérito que a forma mais comum na que cyberagridem outros é mediante insultos, ridiculização ou ameaças. A difamação e o cyberacosso com contações sexuais também são frequentes. Também revela o estudo que há mais escolares que dizem ter reenviado fotos e vídeos de outros dos que sabem que ditas imagens humilhantes deles estão circulando.

Os pesquisadores aconselham tomar medidas firmes quando se produzem estes casos: segundo mostra o inquérito mais da metade dos cyberbullies reconheceram que seus ataques não lhes tinham suposto nenhuma consequência negativa para eles.

Fonte: Riesgos en Internet

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Pais poderão desfocar rostos de seus filhos nos vídeos do Youtube

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YouTube decidiu liberar uma ferramenta que permite desfocar os rostos de pessoas que apareçam em um vídeo, para que suas respectivas identidades sejam preservadas, a partir de um recurso no próprio canal do usuário que borra as faces “com apenas um clique”.

“Anonimato visual no vídeo permite que as pessoas compartilhem imagens com mais liberdade e se manifestem quando, anteriormente não podiam. Filmagens [assim] criam riscos para as pessoas que postam os vídeos ou àquelas que são filmadas, logo é importante ter outros modos de proteger a si mesmo e às pessoas nos vídeos. O YouTube se orgulha por ser um destino no qual as pessoas compartilham suas histórias, incluindo ativistas”, escreveram responsáveis do site.

No entanto, o site de compartilhamento de vídeos também disse que a ferramenta não tem finalidade exclusiva para filmagens de alto risco —como manifestações políticas em países não democráticos—, mas que serve também para pessoas que não querem expor seus familiares ao postarem um vídeo na internet, como pais que querem compartilhar imagens de seus filhos menores na Rede sem que suas identidades sejam expostas, por exemplo.

Fonte: IDG now

Também relacionado com a privacidade das imagens pessoais

No Brasil 21% dos usuários já se desmarcaram de fotos nas redes sociais

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Uma pesquisa realizada pela Hi-Mídia aponta que os brasileiros dizem levar a sério a segurança online. Para se proteger, 87% dos entrevistados afirmaram manter o antivírus atualizado, 79% tomam cuidado com os sites acessados, 78% não abrem e-mails de desconhecidos e 77% realizam compras somente em lojas online confiáveis.

Somente 11% dos entrevistados acreditam que os smartphones e tablets sejam completamente seguros.

Além da preocupação com a segurança no uso geral da internet, os usuários também demonstram algum cuidado com a privacidade nas redes sociais. 45% possui perfil privado no Facebook, visível somente por amigos, menor que 59% nos EUA. No entanto, os cuidados são negligenciados com os elevados percentuais de compartilhamento de fotos (63%), vídeos (29%), informações pessoais (35%) e de localização (14%).

De acordo com a pesquisa, há entre os internautas o cuidado com a reputação nas redes sociais: no Brasil, 21% dos usuários já se desmarcaram de fotos, contra 37% nos Estados Unidos. Retirar alguém da lista de amigos foi uma ação feita por 38% de brasileiros e quase 45% de usuários já apagaram comentários postados.

Mais de 70% dos entrevistados têm cuidado com o que escrevem e compartilham, o que pode justificar o percentual de apenas 23% de usuários que já se arrependeram de algum conteúdo postado.

Entre os cuidados tomados no Facebook, 73% dos brasileiros afirmaram recusar a convites de amizade feitos por desconhecidos, 71% estão atentos aos arquivos que recebem e 57% só instalam ou acessam aplicativos considerados seguros. Considerando as normas de segurança e privacidade, 41% dos internautas não confiam no Facebook no que se refere à privacidade de seus dados pessoais.

Fonte: IDGnow

Você tem vida privada de verdade (nas redes sociais)?

Campanha #MARCAÇÕESsempermissãoNÃO

Facebook quer saber como te fazem sentir as marcações que te molestam

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Facebook quer ser o teu psicólogo? A que código deontológico adere?

Facebook=Freud??!Algumas das opções de Facebook, como a função de marcação de fotos, causam diariamente problemas, mas até o momento Facebook não aborda estas situações e só intervém quando o conteúdo incumpre seu regulamento: as imagens que molestam a outras pessoas só as pode eliminar o usuário que as publicou.

Facebook agora ademais pretende ser teu psicólogo e seguir escarvando na tua privacidade. Por exemplo em um conflito de cyberbullying recomendará aos usuários afetados que medidas tomarem após rechearem um questionário que medirá como os faz sentir a foto ou o conteúdo ofensivo.

Esta funcionalidade está só disponível para garotos de 13 e 14 anos e por agora só nos EUA.

Fonte: Riesgos en Internet

Ciberbullying mediante marcações nas redes sociais

Você tem vida privada de verdade nas redes sociais?

Inquérito europeu de proteção das crianças na Internet: “As ferramentas online de denúncia não estão a funcionar”

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Apenas 11 por cento das crianças portuguesas utilizaram ferramentas online para denunciar situações que as perturbaram na internet, um número abaixo da percentagem verificada na Europa (13%), revela um novo relatório do Projeto EU Kids Online.

O inquérito europeu sobre a proteção das crianças relativamente aos riscos da Internet alerta que “as ferramentas online de denúncia não estão a funcionar”, argumentando que “só 13% das crianças europeias que ficaram perturbadas com algo na Internet as usaram”.

Duas em cada três crianças e jovens que denunciaram problemas ficaram satisfeitos com a resposta.

Os que denunciaram situações relacionadas com imagens sexuais sentiram ter recebido uma ajuda um pouco maior do que os jovens e crianças que relataram riscos relacionados com condutas, como mensagens sexuais ou bullying online.

Fonte: iOnline

“Sabemos o que você está fazendo”, um experimento que mostra a informação pessoal que revelamos nas redes sociais

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Na última segunda-feira, um site entrou no ar que poderá causar preocupação em muitas pessoas. Trata-se do “We know what you’re doing…” (Nós sabemos o que você está fazendo… e queremos que pare) e reúne todas as informações que foram divulgadas nas redes sócias, como Facebook e Foursquare.

As informações dos usuários foram classificadas em “Quem quer ser demitido?”, “Quem está de ressaca?”, “Quem está usando drogas?” ou “Quem tem um novo número de telefone?”. Além de tudo isso, o site ainda mostra o endereço de quem tornou públicos seus check-ins no Foursquare e quando uma pessoa os tornar públicos através do Google Street View é possível ver até a frente das suas casas.

“Eu criei o site como um experimento, para ver o que eu poderia encontrar. Eu percebi que havia alguns problemas sérios em relação à privacidade e à falta de educação de usuários do Facebook sobre o que pode acontecer quando eles postam status como ‘Público'”, afirmou o criador do site, um britânico de 18 anos quem também salienta que todas as informações contidas foram tornadas públicas pelos usuários nas redes sociais. Toda a informação visível no site é obtida a partir de APIs do Facebook que fornece todos os tipos de informações pessoais sobre os usuários que não têm configurações de privacidade.

Fonte: Oficina da Net

Temos vida privada nas redes sociais?

Brasil, un dos países do mundo onde mais preocupa o cyberacosso entre menores

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Em um recente estudo realizado pela Microsoft em 25 países identificou-se que o cyberbullying no Brasil se mantém dentro da média, com um 36% de crianças entre 8 e 17 anos afetados por este tipo de problemas.

  • O 10% sofreu mau trato por outros usuários on-line.
  • O 25% sofreu debocha ou ataques.
  • O 14% foi insultado.

O conhecimento que mostram os menores brasileiros é amplo com um 71% que dizem saber “muito ou algo” sobre o cyberbullying, assunto que preocupa ao 81% deles (mais às garotas: 85% em frente a 77%). A partir de 13 anos são mais conscientes do tema: 82% em frente a 60% dos mais pequenos. Junto de Espanha, Brasil é o país onde mais preocupação existe entre os menores a respeito do cyberacosso.

O 20% admite causar cyberbullying a outras pessoas: nestes casos, os cyberacossadores têm mais probabilidades de ser também cyberacossados (52%).

Aproximadamente a metade dos pais falam com seus filhos sobre os problemas de Internet, controlam o uso que seus filhos fazem da Rede e educam aos menores sobre como devem ser comportado on-line. As garotas de 8 a 12 anos são as mais monitoradas por seus pais. O 34% perguntou-lhes a seus filhos se sofreram cyberbullying.

Nas escolas o 23% tem normas acerca do bullying on-line e o 45% oferecem formação específica (24% para professores, 22% para pais, 34% para alunos).

Estatísticas do bullying online: Brasil comparado com média dos outros países

Fonte: Microsoft

O cyberbullying entre as crianças translada-se aos videogames na Internet

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Um novo estudo da ONG britânica Beatbullying revelou que de 21% de meninos de 8 a 11 anos que sofreram cyberbullying, mais de 1/4 (27%) o padeceram enquanto jogavam on-line. Revelou também que um terço dos pais não monitoram o que seus filhos fazem em Internet. O estudo, baixo o título de Violência Virtual II, elaborou-se a partir de inquéritos a 1.564 meninos do Reino Unido e foi financiado pelo Fundo Nominet.

Detectou-se também que os meninos se expõem de maneira não controlada à tecnologia a cada vez a idades mais temporãs. Quase 2/3 dos meninos de 8 a 11 anos têm seu próprio telemóvel, que usam a esta idade em sua maior parte para jogar (73%). Muitos dispõem também de um PC, uma tablet ou uma consola com conexão a Internet.

Fonte: Riesgos en Internet