Hipersexualização de menores: meninas de só 11 anos participam em sessões de cybersexo via webcam

estupro-online

A ONG britânica Family Lives publicou ontem um relatório sobre sexualização e hipermasculinidade dos meninos. Este estudo indica entre outros dados que existe uma tendência em crescimento de violações entre meninos.

Os meninos varões, segundo o estudo, percebem que as meninas com pouca roupa merecem ser violadas, e que a violência contra as mulheres é aceitável.

O estudo também adverte de que meninas de 11 anos participam em sessões sexuais através da webcam.

Os autores do estudo achacam estes fenômenos à pornografia facilmente acessível on-line e a que os pais não fazem o suficiente para evitarem que acedam a este tipo de conteúdo. Outros estudos centrados no sexting entre menores e que analisam suas causas ou motivações, ressaltaram os possíveis efeitos da atual cultura audiovisual presente na TV, na música, etc. sobre estes fenômenos de machismo e hipersexualização.

Fonte: Violencia Sexual Digital

Notícias relacionadas

Brasil, un dos países do mundo onde mais preocupa o cyberacosso entre menores

microsoft-cyberacosso-brasil-menores-idade-criancas-adolescentes

Em um recente estudo realizado pela Microsoft em 25 países identificou-se que o cyberbullying no Brasil se mantém dentro da média, com um 36% de crianças entre 8 e 17 anos afetados por este tipo de problemas.

  • O 10% sofreu mau trato por outros usuários on-line.
  • O 25% sofreu debocha ou ataques.
  • O 14% foi insultado.

O conhecimento que mostram os menores brasileiros é amplo com um 71% que dizem saber “muito ou algo” sobre o cyberbullying, assunto que preocupa ao 81% deles (mais às garotas: 85% em frente a 77%). A partir de 13 anos são mais conscientes do tema: 82% em frente a 60% dos mais pequenos. Junto de Espanha, Brasil é o país onde mais preocupação existe entre os menores a respeito do cyberacosso.

O 20% admite causar cyberbullying a outras pessoas: nestes casos, os cyberacossadores têm mais probabilidades de ser também cyberacossados (52%).

Aproximadamente a metade dos pais falam com seus filhos sobre os problemas de Internet, controlam o uso que seus filhos fazem da Rede e educam aos menores sobre como devem ser comportado on-line. As garotas de 8 a 12 anos são as mais monitoradas por seus pais. O 34% perguntou-lhes a seus filhos se sofreram cyberbullying.

Nas escolas o 23% tem normas acerca do bullying on-line e o 45% oferecem formação específica (24% para professores, 22% para pais, 34% para alunos).

Estatísticas do bullying online: Brasil comparado com média dos outros países

Fonte: Microsoft

O cyberbullying entre as crianças translada-se aos videogames na Internet

riscos-redes-sociais-computador-ilustracao-COPYRIGHT-telasamigas-EDEX-CRC

Um novo estudo da ONG britânica Beatbullying revelou que de 21% de meninos de 8 a 11 anos que sofreram cyberbullying, mais de 1/4 (27%) o padeceram enquanto jogavam on-line. Revelou também que um terço dos pais não monitoram o que seus filhos fazem em Internet. O estudo, baixo o título de Violência Virtual II, elaborou-se a partir de inquéritos a 1.564 meninos do Reino Unido e foi financiado pelo Fundo Nominet.

Detectou-se também que os meninos se expõem de maneira não controlada à tecnologia a cada vez a idades mais temporãs. Quase 2/3 dos meninos de 8 a 11 anos têm seu próprio telemóvel, que usam a esta idade em sua maior parte para jogar (73%). Muitos dispõem também de um PC, uma tablet ou uma consola com conexão a Internet.

Fonte: Riesgos en Internet

Facebook estuda mudanças para permitir crianças no site

facebook-children-ninos-criancas

A Facebook Inc. está desenvolvendo tecnologias que permitiriam que crianças com menos de 13 anos usassem a rede social sob supervisão dos pais, um passo que poderia levantar questões sobre privacidade e segurança.

Os mecanismos sendo testados incluem ligar as contas das crianças às dos seus pais, assim como controles que possibilitariam aos pais decidir a quem seus filhos poderiam se conectar e que aplicativos eles poderiam usar. Os recursos para menores de 13 anos poderiam permitir que a Facebook e suas parceiras cobrassem os pais por jogos e outros divertimentos que as crianças acessassem no site.

A Facebook hoje proíbe usuários com menos de 13 anos. Mas muitas crianças mentem a idade para conseguir se cadastrar, colocando a companhia numa posição embaraçosa no que diz respeito a uma lei federal dos Estados Unidos (e mais outros paises) que obriga os sites a solicitar autorização dos pais antes de coletar dados pessoais das crianças.

O diretor-presidente da empresa, Mark Zuckerberg, disse num debate público um ano atrás que ele acreditava que crianças menores de 13 anos deveriam poder usar o Facebook.

Fonte: Wall Street Journal Américas

Justiça condena pais de duas garotas por cyberbullying numa rede social

ilustracion-ilustracao-cyberbullying-ciberbullying-sexting-COPYRIGHT-pantallasamigas-telasamigas-EDEX-CRC

A Justiça de Ponta Grossa condenou os pais de duas amigas adolescentes a pagar uma indenização de R$ 15 mil, pelo crime de cyberbullying contra uma colega, que estudava no mesmo colégio particular. O caso aconteceu no primeiro semestre de 2010, mas somente nesse mês de fevereiro houve o veredicto, ainda em primeira instância.

As duas amigas, munidas da senha do perfil da vítima, invadiram o Orkut da colega, substituíram fotos da menina por imagens pornográficas, e ainda postaram mensagens com frases de cunho sexual, recheadas de palavrões. Na época do ocorrido, as duas jovens tinham entre 13 e 14 anos.

A adolescente que teve o perfil invadido —e o irmão dela, que também estudava no mesmo colégio— passaram a ser motivo de chacotas dos demais alunos, o que fez com que o rendimento escolar dos dois despencasse. Desconfiada com a mudança da aluna, uma professora conversou sobre o caso com a orientadora, que chamou a menor e a mãe para uma conversa, na qual tudo foi exposto e esclarecido.

Fonte: PARANÁ ONLINE

No Brasil o 32% dos pais afirma que seus filhos sofrem cyberacoso

ilustracion-stop-ciberbullying-personajes-COPYRIGHT-edex-crc-pantallasamigas-URL

Segundo pesquisa realizada en novembro de 2011, no Brasil o 32% dos pais disse que seus filhos sofriam cyberacoso, sendo o 2º país dos 24 analisados pela IPSOS —encarregada do estudo— onde esta cifra é mais alta, depois de Índia. O 19% disseram que conhecem algum menor em sua casa que o sofre.

Também é o 2º país em intensidade do cyberbullying, pois um 10% disseram que um menino em sua casa sofre o cyberbullying de maneira habitual. Um 70% dos brasileiros interrogados opinam que o cyberbullying requer uma atenção especial.

Fonte: IPSOS

1 em 5 pais não controlam o que suas crianças de 5 a 9 anos fazem na Internet

ilustracao-meninos-TIC-copyright-TelasAmigas

A pesquisa realizada pelo Cetic mostrou que 21% dos pais ou responsáveis por crianças entre 5 e 9 anos não controlam ou restringem o que os filhos fazem na internet. Por outro lado, entre os pais que afirmaram fazer certo acompanhamento, 40% deles disseram que conversam para orientar seus filhos e 15% optam por bloquear alguns sites como forma de controlar o uso das crianças.

Em relação ao local onde os computadores ficam dentro das casas, foi observado que 44% dos pais preferem colocar o aparelho na sala de estar, 24% preferem deixar em seus quartos e apenas 21% permitem que os computadores fiquem no quarto das crianças. Em relação ao acompanhamento, 39% das crianças fazem uso da internet sozinhas, outras 35% são sempre acompanhadas por suas mães e 29% são acompanhadas por algum parente. Ainda, 28% das crianças utilizam a internet na escola com a supervisão dos professores, 25% usam o recurso com os amigos e 18% com os pais.

Muitos mais também não controlam o que os filhos nesta faixa etária acessam na internet. Cerca de 21% diz não controlar nem restringir o acesso; 40% diz conversar para orientar a criança; 20% acessa o histórico do navegador para saber o que ela acessou e 15% bloqueia sites.

Na divisão por sexo, 24% dos pais que têm filhas acessam o histórico da web contra 15% dos pais que têm meninos. Apenas 14% disse não controlar ou restringir o acesso da web pelas meninas contra 28% de pais que têm meninos.

Mesmo com pouca idade, as crianças disseram já sentir riscos na internet, com 25% dizendo já ter sentido medo ou perigo enquanto navegava. Ainda, 6% diz ter sofrido algum tipo de brincadeira que não gostou na web.

Fonte: CGI-CETIC.

Pais brasileiros muito preocupados pela privacidade e segurança de seus filhos nas redes sociais da Internet

telasamigas-ilustracao-menina-mae-riscos-computador-internet

Segundo o estudo Global Consumer Technology Use and Security Study da TrendMicro, mais da metade dos pais interrogados a nível mundial confessam estar preocupados “com frequência” pela privacidade de seus filhos nos sítios de redes sociais. Uma vez mais a tendência reforça-se no Brasil com respeito a outros países, já que a preocupação pela privacidade aumenta neste país a uma frequência de “constantemente”.

Entre os progenitores cujos filhos usam redes sociais, os do Brasil estão significativamente mais preocupados a respeito da privacidade de seus filhos nos sítios de redes sociais que os pais de qualquer outro país. O 83% dos pais brasileiros está preocupado “todo o tempo ou frequentemente”. Em contraste, por exemplo na França, só o 49% tem esse nível de preocupação. Nos EUA a cifra é de 56%.

Assim, quase o 60% dos progenitores no Brasil e a metade na França bloquearam o acesso de seus filhos aos sítios de redes sociais. Só o 23% dos progenitores na França e aproximadamente um terço dos do Brasil, Índia e os EUA acham que os controles de privacidade nos sítios de redes sociais são adequados para proteger a segurança de seus filhos em Internet.

Fonte: TRENDMICRO

Tambem lhe pode interessar:

Você tem vida privada de verdade nas redes sociais?
Captura da animação sobre a privacidade nas redes sociais

Brasil: Crianças de 5 a 9 anos já acessam as redes sociais, até mesmo com ajuda de seus pais

743047_children_on_the_internet

As crianças de entre 5 e 9 anos também começaram a acessar redes sociais como Facebook e Orkut, com um terço dos entrevistados (29%) afirmando ter conta nestes locais.

“Mesmo que a criança não esteja alfabetizada, os pais criam um perfil para elas nessas redes sociais”, justificou Juliano Cappi, coordenador da pesquisas do Cetic.br (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação).

Fonte: CGI-CETIC.