Sexting, uma das principais preocupações nas escolas de Grã-Bretanha

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Segundo um levantamento do Departamento de Educação da Grã-Bretanha três mil crianças foram afastadas no período letivo 2010/2011 das escolas daquele país por comportamento sexual impróprio. Os principais motivos das expulsões abrangem o bullying sexual, assédios e ataques e até um comportamento obsceno.

Considera-se a internet como um dos principais fatores que acelera a idade de iniciação nos contatos sexuais e que, além disso, influencia a forma das crianças e adolescentes se relacionarem, especialmente no âmbito sentimental e/ou sexual. Exemplo disso é a já rotineira naquele país prática de sexting, é dizer, do envio de mensagens de conteúdo erótico ou envolvendo nudez –principalmente vídeos ou fotografias- bem produzidos pela própria pessoa bem por outra com o consentimento daquela e mandadas para uma terceira, geralmente através do celular.

O sexting é, segundo o levantamento, uma das principais preocupações nos colégios da Grã-Bretanha. Fenômeno cujas alarmante normalização já deu a conhecer o canal de televisão britânico Channel4 na reportagem A geração do sexo: fotos explicitas, a norma entre adolescentes (Generation sex: explicit pics ‘the norm’ for teens, em inglês)  publicada em dezembro de 2012. Nesta mostrava-se como alguns conteúdos de fácil acesso na internet, como o pornô, influenciam os relacionamentos entre crianças, de um lado, criando um sentimento de superioridade entre os meninos, que chegam até a exigir fotos envolvendo nudez delas, e, do outro, gerando patrões de beleza inatingíveis.

 

Fonte: artigo no The Christian Post Escolas britânicas afastam 3 mil alunos por ano por conduta sexual imprópria, de 2 de abril de 2013, e reportagem do Channel4 Generation sex: explicit pics ‘the norm’ for teens, de 11 de dezembro de 2012.

 

O sexting já é algo rotineiro para os garotos britânicos de 13 e 14 anos, diz estudo

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Um novo estudo qualitativo sobre o sexting realizado pela Universidade de Plymouth (Reino Unido) e o centro Safer Internet do Reino Unido com o apoio da NSPCC entre 120 estudantes de 13-14 anos, e 30 de 10-11 anos, deu as seguintes conclusões:

  • O sexting é uma actividade normalizada e rotineira para as crianças de 13-14 anos.
  • Os garotos não pedem ajuda aos adultos porque temem que não se aceite seu comportamento.
  • Os garotos acham que os problemas do conteúdo sexual (tanto pornográfico como o que eles mesmos geram através do sexting) deveriam ser tratados na escola e de fato mostram interesse por falar disso. No entanto, não costumam falar com seus professores quando lhes surge algum problema deste tipo.
  • Os menores de 10-11 anos parecem estar a salvo do conteúdo sexual na Internet.

A diretora da National Society for the Prevention of Cruelty to Children (NSPCC) diz que se começa a constatar que o pornô duro (hardcore porn) se consome de forma regular e rotineira entre os menores, e isto está levando a que gerem e compartilhem sexting que imite o tipo de comportamento sexual reproduzido nesse gênero. Incide em que há que ensinar aos menores a que se respeitem eles mesmos, e a que respeitem os demais e que a educação sobre estes assuntos deve começar na escola primária.

Fonte: Medical Xpress vía Riesgos en Internet.

Dicas animadas para a prevenção do sexting (em espanhol)

Jogador do WoW deixa webcam ligada e sexo com namorada é visto por 200 mil

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Um jogador de World of Warcraft transmitiu ao vivo uma partida de Mists of Pandaria para diversos de seus seguidores ao redor do mundo. Ao final do jogo, o homem esqueceu de desligar sua webcam, que continuou gravando e transmitindo ao vivo imagens de seu quarto, flagrando o momento em que o jogador fez sexo com sua namorada.

A câmera gravou toda a relação do casal, e o link começou a ser compartilhado por centenas de milhares de pessoas. O homem não percebeu o deslize até a manhã seguinte, quando foi até seu computador e viu que ele ainda fazia a transmissão. Ao saber que a transmissão tinha sido assistida por mais de 200 mil pessoas, a namorada teria parado de se corresponder com ele, quem lhe teria enviado uma mensagem explicando o episódio, e ela teria respondido que “queria matá-lo”.

O vídeo da transmissão havia sido hospedado em um site de streaming, e já foi removido. Todavia, algumas pessoas conseguiram gravar a transmissão, e a postaram em sites de vídeos pornográficos.

Fonte: Globo

Pais e segurança das crianças na Internet: novos dados sobre o Brasil

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Icono da CETIC para a enquisa TIC kids onlineContinuamos com a análise do informe presentado esta terça-feira pelo CETIC.br acerca do uso da Internet por crianças e adolescentes brasileiros de 9 a 16 anos.

Agora centraremos a nossa atenção nos pontos mais relacionados com a nossa área de trabalho: o uso seguro e responsável. Oferecemos un resumo dos datos mais salientaveis a este respeito, olhando primeiramente a perceção e ações dos pais sobre a segurança dos seus filhos na Rede:

  • De 9 a 10 anos 42% têm perfil em redes sociais, apesar de estar proibido por baixo dos 13 ou 14 nas principais redes. A proporção atinge 83% entre 15 e 16 anos. Entre 9 e 10 anos, o 29% dos pais mesmo dão total permissão para os filhos estarem nas redes sociais e apenas 30% o proibem. Com filhos de 11 e 12 anos 46% dizem-lhes que podem ter perfil quando quiserem e 32% permitem com supervisão.
  • Entre as crianças e adolescentes que estão nas redes sociais, 31% permitem que contatos dos seus amigos tenham acesso ao perfil e 25% têm perfis públicos, que podem ser visualizados por qualquer pessoa.
  • Entre os motivos de preocupação dos pais relativos à Internet, 53% teme o contato com desconhecidos e 47% a exposição a conteúdo inapropriado.
  • 22% dos pais não consideram que a sua filha ou filho utilize Internet com segurança e 8% não sabe.
  • Ao respeito do acompanhamento dos pais para o uso seguro da Internet, 78% conversa com seu/sua filho/a sobre o que ele/a faz na Internet, 57% fica por perto enquanto ele(a) a usa e 49% senta com ele/a enquanto usa a Internet.
  • Às crianças de 9 e 10 anos, 27% dos pais deixam-lhes usar sem supervisão serviços de mensagens instantâneas, sendo até 42% entre as de 11 e 12 anos.
  • Porém, 85% proibem aos de 9 e 10 anos (79% aos de 11 e 12 anos) dar informações pessoais pela Internet.
  • Segundo a pesquisa, os tipos de ajudas para o uso seguro que os pais e mães oferecem aos filhos na Internet são: 66% falou com seu filho/a sobre como usar a Internet com segurança; 64% falou com ele/a sobre como deveria se comportar com outras pessoas na Internet; 61% explicou porque os conteúdos de alguns sites são bons e outros ruins; 43% falou com ele/a sobre o que deveria fazer se alguma coisa na Internet o/a aborrecesse ou assustasse; 24% ajudou alguma vez seu filho/a quando alguma coisa na Internet o/a aborreceu ou assustou.
  • A respeito da supervisão parental, o que as mãe e pais verificam é: 50% o histórico ou o registro dos sites que seu/sua filho(a) visitou (65% às crianças de 9 e 10 anos); 50% os amigos ou contatos que adiciona a seu perfil de rede social ou serviço de mensagens (apenas atinge o 55% quando o filho ou filha tem 9 ou 10 anos); 48% o perfil dele/a em redes sociais (53% nos do 9 e 10 anos); 40% as mensagens de email ou as mensagens instantâneas (43% com os máis novos, de 9 ou 10 anos).
  • Sobre as ferramentas técnicas de controle: 57% dos progenitores ou responsáveis usam algúm programa para prevenir spam no email ou um antivírus; 32% bloqueios ou filtros para alguns tipos de sites; 29% rastreio dos sites que visitam; 16% serviços que limitam o tempo que seu filho ou filha fica na Internet.
  • 74% dos pais reconhece que deveria fazer mais em relação ao uso da Internet pelos seus filhos: 39% que deveriam fazer muito mais e 35% algo mais.
  • 18% dos pais nunca busca informações sobre uso seguro da Internet.
  • Os pais desejam que sejam principalmente (aprox. 60%) as escolas e os meios de comunicação quem lhes ofereçam informação sobre segurança na Internet. Em segundo lugar (aprox. 30%) citam governo, família e amigos; empresas de Internet, sites e ONGs são escasamente demandadas para esta questão (aprox. 15%).
  • 6% dos pais acreditam que seus filhos têm passado por experiências incômodas no último ano na Internet, com outro 4% que não sabe. As cifras sobem de maneira salientável quando os filhos têm 15 e 16 anos: 10% acreditam que lhes tenha passado a seus filhos e 7% reconhecem desconhece-lo.
  • 37% dos pais reconhecem não terem capacidade (pouca ou nula) para ajudar seus filhos com situações que os incomodem ou constranjam na Internet. 35% pensam que tampouco seu filho/a tem essa capacidade (48% dos de 9 e 10 anos).
  • Conteúdos nocivos segundo apreciação dos pais: 10% de 9 e 10 anos viu imagens agressivas ou violentas de pessoas se agredindo ou matando na Internet; 17% de 11 e 12; 20% de 13 e 14; 23% de 15 e 16 anos. Viu imagens online com conteúdo sexual explícito: 5% de 9 a 12 anos; 4% de 13 a 14; 13% de 15 e 16. Outro tipo de conteúdos mais relacionados com foros ou redes sociais como conversas sobre formas de machucar a si mesmo ou se ferir fisicamente, conversas que conduzam à anorexia ou bulimia, mensagens de ódio contra pessoas ou grupos ou pessoas falando sobre suas experiências com o uso de drogas só atingem o 3-4% no conjunto das idades de 9 a 16, e conversas sobre formas de cometer suicídio só o 1%. Nestes temas aprecia-se um ligeiro aumento (5-7%) nas idades de 15-16 anos nos temas relativos à violência e aos problemas alimentares.
  • Ciberbullying percebido pelos pais (filho/a tratado/a de forma ofensiva ou desagradável na Internet por outra criança ou adolescente): 0% entre 9 e 10 anos; 3% entre os 11 e 14 anos; 5% dos de 15 e 16.
  • Sexting segundo os pais: recebeu mensagens sexuais pela Internet o 1% dos de 9 e 10 anos, 3% de 11 e 12, 2% de 13 e 14, e 5% dos de 15 e 16; Enviarom esse tipo de mensagens: 0% de 9 a 14 anos e apenas 1 de 15 a 16 anos.
  • Os problemas percebidos pelos pais foron: 15% problemas de malware, privacidade 2%, suplantação online 2%. Os pais não apreciarom problemas com estafas online. Em todos estes problemas hai um aumento com a idade dos filhos.

Fonte: CETIC

Inquérito europeu de proteção das crianças na Internet: “As ferramentas online de denúncia não estão a funcionar”

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Apenas 11 por cento das crianças portuguesas utilizaram ferramentas online para denunciar situações que as perturbaram na internet, um número abaixo da percentagem verificada na Europa (13%), revela um novo relatório do Projeto EU Kids Online.

O inquérito europeu sobre a proteção das crianças relativamente aos riscos da Internet alerta que “as ferramentas online de denúncia não estão a funcionar”, argumentando que “só 13% das crianças europeias que ficaram perturbadas com algo na Internet as usaram”.

Duas em cada três crianças e jovens que denunciaram problemas ficaram satisfeitos com a resposta.

Os que denunciaram situações relacionadas com imagens sexuais sentiram ter recebido uma ajuda um pouco maior do que os jovens e crianças que relataram riscos relacionados com condutas, como mensagens sexuais ou bullying online.

Fonte: iOnline

Suspeito pela sextorsão a Carolina Dieckmann é menor de idade

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Entre os responsáveis por invadirem o site da Cetesb e divulgarem fotos íntimas da atriz Carolina Dieckmann, que segundo as investigações são do interior de Minas Gerais e São Paulo, acha-se um menor de idade quem seria o responsável por pedir R$ 10 mil para que as fotos não fossem publicadas.

Uma varredura no computador de Carolina constatou que foram roubados 60 arquivos dela. De acordo com o advogado dela, Carolina disse que não sabia que as fotos íntimas estavam no computador que ela mandou para o conserto.

De acordo com o advogado, Carolina havia procurado a polícia antes da publicação das fotos, que orientou a não divulgar a chantagem e a responder aos e-mails para montar uma emboscada. Entretanto, o chantagista enviou as fotos para dois sites pornográficos na Inglaterra e nos EUA, que publicaram as imagens. Em 15 deste mês tambem foram publicadas no site público da CETESB, substituindo a página de início.

O advogado da atriz notificou o Google para bloquear a busca por essas fotos e conseguiu que os sites pornográficos que inicialmente a publicaram, as retirassem do ar.

A atriz tambem viu no mesmo caso creakeada a sua conta na rede social Twitter.

Fonte: R7

Justiça condena pais de duas garotas por cyberbullying numa rede social

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A Justiça de Ponta Grossa condenou os pais de duas amigas adolescentes a pagar uma indenização de R$ 15 mil, pelo crime de cyberbullying contra uma colega, que estudava no mesmo colégio particular. O caso aconteceu no primeiro semestre de 2010, mas somente nesse mês de fevereiro houve o veredicto, ainda em primeira instância.

As duas amigas, munidas da senha do perfil da vítima, invadiram o Orkut da colega, substituíram fotos da menina por imagens pornográficas, e ainda postaram mensagens com frases de cunho sexual, recheadas de palavrões. Na época do ocorrido, as duas jovens tinham entre 13 e 14 anos.

A adolescente que teve o perfil invadido —e o irmão dela, que também estudava no mesmo colégio— passaram a ser motivo de chacotas dos demais alunos, o que fez com que o rendimento escolar dos dois despencasse. Desconfiada com a mudança da aluna, uma professora conversou sobre o caso com a orientadora, que chamou a menor e a mãe para uma conversa, na qual tudo foi exposto e esclarecido.

Fonte: PARANÁ ONLINE

TelasAmigas participará no I Encontro Internacional sobre o Uso de Tecnologias da Informação por Crianças e Adolescentes/Jovens Adultos

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TelasAmigas foi convidada a participar no evento que nos próximos dias 19 e 20 de abril acontecerá em Rio de Janeiro com o nome de E.S.S.E. MUNDO DIGITAL e no que serão apresentados por especialistas nacionais e internacionais temas como o tecnoestresse e dependência à internet; Cyberbullying, sexting e grooming; Abusos, pornografia, pedofilia e exploração sexual; Escola e educação digital; Problemas médicos, benefícios e usos terapêuticos; Cybercrimes; Redes sociais; Rede Universitária de Telemedicina; Direitos humanos e segurança na internet; Ética e valores na era digital.

A conferência de abertura será feita em videoconferência com a participação do Dr. Michael Rich da Universidade de Harvard, no auditório do evento no Colégio Brasileiro de Cirurgiões no Rio de Janeiro, e da Dra. Regina Ungerer da Organização Mundial de Saúde, direto de Genebra.

Público-alvo: Profissionais das áreas de saúde, educação, tecnologias da informação e comunicação, direito e outros interessados, inclusive universitários.

O Encontro abrirá espaço para exposição de Posters sobre temas pertinentes ao evento e conta com Tradução simultânea.

Inscrições: desde 27/12/2011 até 10/04/2012 no site www.essemundodigital.com.br

Comissão Organizadora

  • Presidente: Dra. Evelyn Eisenstein (Faculdade de Ciências Médicas/UERJ, RJ e CEIIAS)
  • Vice-Presidente: Dra. Susana Graciela Bruno Estefenon (Instituto do Jovem, Projeto Saúde da Geração Digital)
  • Consultora: Dra. Lucia Abelha Lima (IESC/UFRJ)
  • Consultora: Dra. Suzy Santana Cavalcanti (Faculdade de Medicina/UFBA)
  • Secretária Executiva : Sra. Zairine Vianna Freire (CEIIAS e Mafreei Eventos)

Comissão Editorial/Científica

  • Dr. Luiz Ary Messina (Rede Universitária de Telemedicina/Rede Nacional de Ensino e Pesquisa –
    RUTE-RNP)
  • Dr. Cristiano Ricardo Faedo Nabuco de Abreu (Faculdade de Medicina/USP)
  • Dra. Alexandra Maria Vieira Monteiro (Núcleo de Telessaúde do Estado do Rio de Janeiro- Programa
    Telessaúde Brasil)
  • Dra. Lucia Cavalcanti de A. Williams (Laboratório de Análise e Prevenção da Violência – LAPREV-UFSCAR)
  • Dra. Solange Duarte Palma (Laboratório de Estudos em Ética nos Meios Eletrônicos –LEEME da Universidade Mackenzie)

Programa preliminar

Dia 19/04/2012

  • 08:00 às 09:00: Credenciamento
  • 09:00 às 10:30: Abertura e Composição da Mesa. Apresentação do Evento.
    Conferência: Sociedade Globalizada e Mídia Digital
    • Presidente: Dra. Evelyn Eisenstein
    • Dr. Michael Rich (Univ. de Harvard, USA)
    • Dra. Regina Ungerer (Organização Mundial de Saúde) direto de Genebra por Videoconferência
  • 10:30 às 10:50: Coffee Break
  • 10:50 às 12:20: Mesa Redonda: Comportamento, Sexualidade e Estilo de Vida na Era Digital
    • Cyberbullying: Pesquisa e Intervenção
      Dra. Lucia Williams (LAPREV-UFSCAR, SP, Brasil)
    • Violência na rede
      Sr. Cajetan Luna (Center for Health Justice, Los Angeles/USA)
    • Privacidade, Sexting e Grooming
      Sr. Jorge Flores (Pantallas Amigas, Espanha)
  • 12:20 às 14:00: Almoço
  • 14:00 às 15:30: Mesa Redonda: Saúde Mental e Riscos Psiquiátricos
    • Dependência do Uso da Internet
      Dra. Kimberly Young (Univ. de Pittsburg, USA)
    • Dependência de celular: um novo transtorno
      Dr. Cristiano Nabuco (USP, SP, Brasil)
    • Outros riscos psiquiátricos e da saúde mental
      Dr. Marco Antonio Chaves Gama (MG, Brasil)
  • 15:30 às 15:45: Coffee Break
  • 15:45 às 17:30: Mesa Redonda: Aspectos Positivos e Benefícios do Uso das TICS para Crianças e Adolescentes
    • Presidente: Almir Neves (UFCE – SIG-RUTE, CE, Brasil)
    • Rede Universitária de Telemedicina
      Dr. Luiz Ary Messina (RUTE-RNP, Brasil)
    • Conectando o Brasil através do SIG de Crianças e Adolescentes
      Dr. João Amaral (UFCE – SIG-RUTE, CE, Brasil)
    • Redes Sociais – A Inteligência Coletiva
      Dra. Vera Maria Moreira (Rede Criança e Paz, RJ, Brasil)
  • 17:30 às 18:45: Mesa Redonda: Educação e a Escola na Era Digital
    • A Escola na Era Digital
      Profa. Patrícia Konder Lins e Silva (Escola Parque, RJ, Brasil)
    • Animação, Sociedade e Novas Mídias Sociais
      Profa. Claudia Bolshaw (PUC, RJ, Brasil)
    • Adestramento ou pedagogia digital
      Prof. Luiz Barco (USP, SP, Brasil)

Dia 20/04/2012

  • 09:00 às 10:30: Conferencias:
    • A Ética, a Escola e a Formação da Cidadania Digital
      Profa. Solange Barros (LEEME-Univ. Mackenzie, SP, Brasil)
    • Transformação Digital na Educação Carioca
      Secretaria Municipal do Rio de Janeiro
  • 10:30 às 10:50: Coffee Break
  • 10:50 às 12:20: Mesa Redonda: Especialidades Médicas e o Uso das TICs
    • Efeitos Nocivos a Saúde pelo Uso Excessivo das TICs
      Dra. Susana Estefenon (Inst. do Jovem, Projeto Saúde da Geração Digital- RS, Brasil)
    • Tecnoestresse e o Cérebro em Desenvolvimento
      Dr. Eduardo Jorge (RJ, Brasil)
    • bbzzz, você está ouvindo?
      Dra.Teresa Quaglia (RJ, Brasil)
    • Alterações Posturais e Riscos Futuros
      Fisioterapeuta Denise Del Peloso (RJ, Brasil)
  • 12:20 às 14:00: Almoço
  • 14:00 às 15:30: Mesa Redonda: Segurança na Rede
    • Coordenadora: Erika Kobayashi
    • Uso Seguro das Novas Tecnologias
      Sr. Jorge Flores (PantallasAmigas, Espanha)
    • Programa Navegar com Segurança
      Dra. Anna Flora Werneck (Childhood Brasil)
    • Segurança na Net e a Cadeira de 4 Pernas
      Sr. Tito de Morais (MiudosSegurosna Net, Portugal)
  • 15:30 às 15:45: Coffee Break
  • 15:45 às 17:30: Mesa Redonda: Cyberdelitos e Cybercrimes
    • Desafios Geracionais na Promoção do Uso Ético da Internet
      Dr. Rodrigo Nejm (Safernet, BA, Brasil)
      Dra. Debora Nigri (OAB-RJ, Brasil)
    • Internet: somos vítimas ou infratores?
      Dra. Juliana Abrusio (Universidade Mackenzie, SP, Brasil)
  • 17:30 às 18:30: Mesa Redonda: Futuro e Perspectivas: Que fazer?
    • Habilidades para a vida
      Dra. Susana Estefenon (Inst. do Jovem, Projeto Saúde da Geração Digital- RS, Brasil)
      Dra. Evelyn Eisenstein (FCM-UERJ, CEIIAS, RJ, Brasil)

Sexting: mais de 25 mil usuários assitiram na Twitcam a jogos sexuais de casal adolescente

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Por volta da meia noite de 24 de julho, um adolescente de 16 anos e sua namorada de 14, começaram a praticar a nova moda do Sexting na Twitcam – TV ao vivo do Twitter. Por alguns minutos, mais de 25 mil usuários do microblog puderam assistir à garota ser molestada de forma consensual.

Enquanto se anunciava que a polícia ia investigar o adolescente, ele criou outra conta no twitter com acréscimo de uma letra e abriu novamente sua twitcam. A garota respondia algumas perguntas da legião dos adolescentes que correram para a Twitcam da nova conta do adolescente, transformado em mito da noite para o dia. Na rede é assim, num clique se apaga uma conta e num outro se cria uma nova.

Fonte: GLOBAL VOICES