Jogador do WoW deixa webcam ligada e sexo com namorada é visto por 200 mil

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Um jogador de World of Warcraft transmitiu ao vivo uma partida de Mists of Pandaria para diversos de seus seguidores ao redor do mundo. Ao final do jogo, o homem esqueceu de desligar sua webcam, que continuou gravando e transmitindo ao vivo imagens de seu quarto, flagrando o momento em que o jogador fez sexo com sua namorada.

A câmera gravou toda a relação do casal, e o link começou a ser compartilhado por centenas de milhares de pessoas. O homem não percebeu o deslize até a manhã seguinte, quando foi até seu computador e viu que ele ainda fazia a transmissão. Ao saber que a transmissão tinha sido assistida por mais de 200 mil pessoas, a namorada teria parado de se corresponder com ele, quem lhe teria enviado uma mensagem explicando o episódio, e ela teria respondido que “queria matá-lo”.

O vídeo da transmissão havia sido hospedado em um site de streaming, e já foi removido. Todavia, algumas pessoas conseguiram gravar a transmissão, e a postaram em sites de vídeos pornográficos.

Fonte: Globo

Nossas vidas podem ser seguidas através do que publicamos na Rede

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Compartilhamos demasiada informação pessoal nas redes sociais. Em muitos casos fazemo-lo por inércia, sem pensar e sem valorizar os riscos para nossa pessoa ou para os demais. A TrendMicro publicou uma infografia com estatísticas dos dados que publicamos em redes como Facebook, Twitter, Pinterest, Tumblr… e dos perigos associados: cyberbullying, roubo de identidade, danos à reputação online… mesmo perigos no mundo físico (offline) como o roubo ou o acosso.

Fonte: GenBeta Social Media

Andrew Keen: «Há um claro crescimento do vício nas redes sociais, também no Brasil»

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Desde que lançou seu primeiro livro em 2007, o britânico Andrew Keen se estabeleceu como um dos principais críticos das TIC, e mesmo foi conhecido como o Anticristo da Web. Se no primeiro livro, O Culto do Amador (2009), Keen criticava a ditadura da ignorância formada pelo conteúdo produzido por usuários amadores e narcisistas, o alvo agora com seu novo livro, Vertigem Digital: Por que as redes sociais estão nos dividindo, diminuindo e desorientando, é a superexposição provocada por Facebook, Twitter e outras redes sociais.

Keen argumenta que estamos substituindo nosso cotidiano pela vida em uma rede ilusória e digitalizada, e que as redes sociais nos transformam em pequenos Big Brothers de nós mesmos e que reputação e amizade viraram mercadorias: «estamos nos apaixonando por algo que não existe: por uma internet que tem algo de “social”, mas que não é realmente social. É exatamente o oposto.» Também fala de que o resultado das atualizações em tempo real no Facebook e no Twitter é a sensação de desorientação.

Segundo o autor, «estamos enfraquecendo nosso lado humano, banalizando nosso eu interior, transformando nossos sentimentos e emoções em mercadorias. Quanto mais nos expomos publicamente, mais narcisistas nos tornamos.» Assim e todo reconhece que as redes sociais têm algo de valor: podem se atacar desde dentro.

«A mídia social é um tipo de narcótico», afirma Keen. «Quanto mais a usamos, mais ficamos dependentes dela. Há um claro crescimento do vício nas redes sociais, tanto no Brasil quanto em qualquer outro lugar.»

Para ele no século 21 a Internet será «o lugar em que difundimos nossas identidades. Mesmo nosso estado físico vai se espelhar em nossa identidade digital É o que chama de «era do exibicionismo Também avissa de que estamos desistindo dos nossos segredos nas redes sociais. «Chegamos ao mundo da transparência radical. Nossos perfis no Facebook, Twitter e Google+ são nossas vitrines. Com esse comportamento extremamente narcísico, estamos virando marcas

Keen afirma sentir-se unido ao grupo de críticos que se tornaram céticos em relação aos benefícios da revolução digital, ainda que não os considera luditas nem tecnófobos. «Não queremos voltar à era analógica. Mas defendemos uma atitude mais moderada e equilibrada em relação ao impacto da tecnologia

Também diz que não podemos confiar em Google ou Facebook en quanto «não abdicarem do seu modelo de negócio, em que nos dão a tecnologia “de graça” e nós lhes entregamos nossos dados pessoais que eles vendem aos anunciantes. Esse modelo não funciona. Nós precisamos começar a pagar por nossas redes sociais.» Isto há fazer que «a elite (pessoas como eu) sempre terá acesso às informações mais confiáveis, mas as massas vão se submeter à “ditadura da ignorância”

Adverte preocupado de que a palavra social está a virar ideologia. «Todas as últimas inovações digitais recebem obrigatoriamente o carimbo de social. Mas a internet deve sempre preservar a autonomia do indivíduo», atributo que el diz não é respeitado pelas redes sociais. Como defensa propõe: «Precisamos conquistar um espaço na web onde possamos nos proteger da multidão e desenvolver nossas próprias ideias. É preciso praticar mais a autocensura e limitar o número de publicações pessoais nas redes.» Seu conselho aos usuários da rede é «mentir» nos seus perfís e no que publicam. Ele tem 20.000 seguidores no Twitter mas não está presente no Facebook, porque essa plataforma para el «não é confiável».

Fontes: Estadao & Info Online.

Máis sobre as redes sociais no blog de TelasAmigas.

“Sabemos o que você está fazendo”, um experimento que mostra a informação pessoal que revelamos nas redes sociais

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Na última segunda-feira, um site entrou no ar que poderá causar preocupação em muitas pessoas. Trata-se do “We know what you’re doing…” (Nós sabemos o que você está fazendo… e queremos que pare) e reúne todas as informações que foram divulgadas nas redes sócias, como Facebook e Foursquare.

As informações dos usuários foram classificadas em “Quem quer ser demitido?”, “Quem está de ressaca?”, “Quem está usando drogas?” ou “Quem tem um novo número de telefone?”. Além de tudo isso, o site ainda mostra o endereço de quem tornou públicos seus check-ins no Foursquare e quando uma pessoa os tornar públicos através do Google Street View é possível ver até a frente das suas casas.

“Eu criei o site como um experimento, para ver o que eu poderia encontrar. Eu percebi que havia alguns problemas sérios em relação à privacidade e à falta de educação de usuários do Facebook sobre o que pode acontecer quando eles postam status como ‘Público'”, afirmou o criador do site, um britânico de 18 anos quem também salienta que todas as informações contidas foram tornadas públicas pelos usuários nas redes sociais. Toda a informação visível no site é obtida a partir de APIs do Facebook que fornece todos os tipos de informações pessoais sobre os usuários que não têm configurações de privacidade.

Fonte: Oficina da Net

Temos vida privada nas redes sociais?