Dentre os jovens brasileiros que sofrem ciberbullying, apenas 30% contam aos pais

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Uma pesquisa realizada para a McAfee entre junho e agosto de 2012, consultou 401 jovens de 13 a 17 anos e 414 pais de São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador, aponta que 28% de 13 a 15 anos afirmam já ter interagido com meninos(as) na Rede de formas que não gostariam que seus pais soubessem. Na mesma faixa etária, 18% dos entrevistados afirmam que já tiveram acesso a conteúdos de natureza sexual.

Um quarto das meninas afirma se informar sobre gravidez e DSTs na Web. Esse dado pode ser interpretado de duas formas: é positivo, no sentido da busca de informação, mas pode significar também que essas jovens não têm orientação em casa ou na escola sobre tais assuntos e por isso recorrem à Internet onde também pode que achem sites pouco confiáveis para se informar.

O psiquiatra Jairo Bouer, especialista em comportamento jovem, acredita que a busca de informações por conta própria faz parte do processo de amadurecimento do jovem, mas quando os pais ensinam onde e como fazer essa busca, há chance do filho adotar um padrão de comportamento mais seguro na internet quando chega à adolescência. “Se a gente começar esses diálogos mais cedo, tanto sobre sexualidade, uso de substâncias, quanto sobre a Internet, fica mais fácil lidar com essas questões e discutir limites. O mesmo limite que imposto aos filhos na vida real deve ser colocado na internet”, diz.

De acordo com a pesquisa, 45% dos meninos conversam com desconhecidos e 28% das meninas já saíram de uma sala de bate-papo aberto para entrar em uma conversa particular com alguém que conheceram na Internet.

A pesquisa também mostrou que, dentre os jovens que afirmam já terem sofrido ciberbullying, apenas 30% contaram aos pais. Do total de jovens entrevistados, 34% afirmam ter presenciado esse tipo de agressão virtual, enquanto apenas 20% dos pais afirmam que seus filhos presenciaram a prática.

Quase metade dos jovens (45%) afirma que mudariam seu comportamento na Internet se soubesse que estavam sendo monitorados pelos pais, e 37% dos meninos afirmam saber como esconder os pais o que fazem na rede.

Do lado dos pais, as principais causas apontadas para a falta de acompanhamento dos filhos foi o conhecimento limitado de tecnologia (48% dos pais acreditam que seus filhos entendem mais de tecnologia do que eles) e a falta de tempo para tal acompanhamento (33%).

Fonte: Veja

Suspeito pela sextorsão a Carolina Dieckmann é menor de idade

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Entre os responsáveis por invadirem o site da Cetesb e divulgarem fotos íntimas da atriz Carolina Dieckmann, que segundo as investigações são do interior de Minas Gerais e São Paulo, acha-se um menor de idade quem seria o responsável por pedir R$ 10 mil para que as fotos não fossem publicadas.

Uma varredura no computador de Carolina constatou que foram roubados 60 arquivos dela. De acordo com o advogado dela, Carolina disse que não sabia que as fotos íntimas estavam no computador que ela mandou para o conserto.

De acordo com o advogado, Carolina havia procurado a polícia antes da publicação das fotos, que orientou a não divulgar a chantagem e a responder aos e-mails para montar uma emboscada. Entretanto, o chantagista enviou as fotos para dois sites pornográficos na Inglaterra e nos EUA, que publicaram as imagens. Em 15 deste mês tambem foram publicadas no site público da CETESB, substituindo a página de início.

O advogado da atriz notificou o Google para bloquear a busca por essas fotos e conseguiu que os sites pornográficos que inicialmente a publicaram, as retirassem do ar.

A atriz tambem viu no mesmo caso creakeada a sua conta na rede social Twitter.

Fonte: R7

Cyberbullying paga-se: Criadores de “rodeio das gordas” terão que pagar indenização

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As Promotorias de Justiça de Direitos Humanos de Araraquara e Assis, interior de São Paulo, assinaram um Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) com dois rapazes que criaram em um site de relacionamento Orkut uma página intitulada “Rodeio das gordas”. A conduta dos participantes da brincadeira expôs inúmeras alunas, que foram vítimas por não possuírem um padrão estético considerado ideal por alguns universitários.

Fonte: BLOG DO MARCELO

Adolescentes exibem vídeos de sexo na Internet

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Adolescentes fazem sexo livremente e exibem vídeos na internet como troféus. Adolescentes fazem vídeo pornográfico em escola do interior de São Paulo. Gravação foi feita dentro da sala de aula e se espalhou. Um adolescente de 15 e uma menina de 14 anos gravaram cenas de sexo, uniformizados, dentro da sala de aula de uma escola pública na cidade de São Carlos, interior de São Paulo com um celular. As imagens se espalharam pela cidade e causaram polêmica. Os dois foram expulsos por conduta inadequada. Os diretores da escola foram proibidos pela Secretaria Estadual de Educação de falar com a reportagem. O menino que gravou as cenas, disse que as imagens foram feitas de comum acordo com a garota no fim do ano passado e que eles só conseguiram fazer isto porque os professores não vão à escola a partir de dezembro, antes do final do ano letivo. Casos parecidos que envolvem adolescentes já aconteceram em outras cidades do país.

Fonte: ROUTENEWS.